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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – A atual do Ex.
25 de outubro de 2015 at 23:00 0

O que fazer quando descobrimos que nosso ex-namorado, com o qual rompemos há muito pouco tempo, já está de namorada nova?novadoex

Ainda nem nos recuperamos da saudade, da dor, da tristeza e o danado já está lá, num novo romance, gritando aos quatro ventos a sua paixão, postando fotos românticas, fazendo declarações públicas, dilacerando ainda mais nosso coração – como se fosse preciso. No mínimo vamos nos sentir a última das abandonadas, das preteridas, das rejeitadas. Vamos querer saber tudo a respeito dessa nova criatura que agora ocupa o lugar que outrora nos pertencia, vamos nos castigar, nos culpar e, muitas vezes, até nos humilhar. Vamos chorar todas as noites até pegar no sono. A vida vai ficar cinza, vamos perder o apetite e emagrecer uns 18 quilos – porque tudo tem seu lado bom – e, teremos a mais absoluta certeza de que jamais iremos nos apaixonar novamente. Mas ai, minha gente, quando menos esperarmos, vamos tropeçar com alguém na rua e vamos nos apaixonar novamente e começar tudo novo de novo. E a nova pessoa que agora ocupa esse lugar exclusivo de namorado, algum dia também já namorou outra pessoa, que nesse exato momento poderá estar se descabelando por ele da mesma forma que nós nos descabelamos pelo ex.

exxxA vida é ou não é uma roda gigante? Uma hora embaixo, outra hora em cima, outra embaixo, outra em cima e assim essa roda vai girar pra todo sempre. Não sabemos o dia de amanhã, mas uma coisa é certa: ex-namorado é quem nem vestido, um dia você olha uma foto antiga e não acredita que um dia teve coragem de sair com aquilo!

Veja o vídeo e diga se você concorda comigo!

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Adolescência!
25 de outubro de 2015 at 22:31 0

Quando somos adolescentes temos tantas questões, tantas dúvidas. Não sabemos se casamos ou se compramos uma bicicleta. Não sabemos o que fazer com tantas vontades, com tantas curiosidades, com tanta fome que temos dentro da gente de conhecer o mundo, as pessoas, os gostos, as ondas e a nós mesmos. Inspira. Expira. Sofremos com nossas interrogações, sofremos com as respostas dos “adultos” às nossas vontades não concebidas, sofremos com paixões platônicas, sofremos com nossa falta – ou excesso – de coragem, sofremos com nosso sofrer. Uma hora queremos ser notados, colocar um holofote sobre nossas cabeças pra que todos olhem em nossa direção, escutem nossas bobagens e riam com elas ou escutem os nossos gritos mudos e nos salvem daquilo que também não entendemos. Outra hora queremos que o chão se abra e nos engula, nos levando pro centro da Terra onde ninguém nunca mais vai nos ver ou saber de nossa insignificante existência. Inspira. Expira. Nessa época somos obrigados a decidir que profissão iremos seguir pro resto de nossas vidas, não queremos mais depender dos pais, e, uma vez que já vencemos há muito tempo os monstros do armário, não sabemos se estamos preparados pros monstros que habitam o mundo lá fora. Muita vontade e pouca experiência. Muita interrogação e pouco colo, afinal, já não cabemos mais nele. Muita disposição, mas muito, muito frio na barriga. Isso sem falar no nosso corpo que já tem formas diferentes e às vezes nos dá a impressão de estarmos dentro do corpo errado. Um pelo num lugar esquisito, as espinhas que insistem em nascer na ponta do nariz, os braços que cresceram rápido demais e o resto do corpo ainda não acompanhou e por aí vai.

Inspira. Expira. Eita fasezinha confusa, estranha e... feliz! Não existe outra fase de tantas transformações e descobertas como essa. Normalmente é quando conhecemos os amigos que vão estar ao nosso lado pro resto das nossas vidas, experimentamos aventuras como dirigir um carro, sair a noite pra dançar, o primeiro beijo na boca, a independência, o primeiro porre, a primeira transa, viajar com os amigos. Ainda vamos fazer muito de tudo isso ao longo da vida, mas nunca mais vai ser a primeira vez. Isso porque ainda não aprofundamos os assuntos do coração, aquela sensação desconhecida do coração disparando, as pernas bambeando, a cabeça entrando em parafuso, mas posso garantir que essa parte, ao contrário das outras, não vai mudar muito com o decorrer da vida. Paixão é paixão em qualquer idade. Vai se acostumando!

Inspira e vai. Rumo ao desconhecido.

Dá uma olha no vídeo que eu fiz com a querida escritora Thalita Rebouças sobre Adolescência!

 
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Master Amizade!
6 de outubro de 2015 at 01:54 0

Master Amizade é aquele tipo de relação onde há cuidado, amor, companheirismo, dedicação e até alguns arranca-rabos pra sair da rotina. Quando a sua amizade é de verdade verdadeira, você vai ser sincera mesmo que isso eventualmente lhe desagrade, porque no fundo ela sabe que você só lhe deseja o melhor; você estará por perto na saúde e na doença, vai fazer xixi na calça de tanto rir com ela, mas também vai abrir mão de um domingo na praia se  ela estiver precisando de companhia pra escolher um presente pro namorado no shopping – ainda que você deteste shoppings - ; vai abrir os olhos dela pras coisas erradas que ela faz – porque, apesar de ser a amiga ideal, como todo e qualquer mortal, ela não é perfeita! -; vai comprar um presente num dia qualquer, sem motivos, só porque você achou que era a cara dela quando passou pela vitrine; você vai oferecer dois braços quando ela precisar de uma mãozinha e dois ombros quando ela precisar de um colo; você vai ouvir ela dissertar por horas seguidas ao telefone sobre a última discussão que ela teve com o namorado, enquanto o seu namorado está com uma taça de vinho na mão te aguardando pra um brinde; você vai jogar ela debaixo do chuveiro gelado e trocar sua roupa quando ela chegar tão bêbada e incapaz de se cuidar sozinha; você vai vibrar a cada vitória da vida pessoal dela e a cada promoção no seu trabalho como se fosse com você; você vai guardar seus mais obscuros segredos e, acima de tudo, você vai lhe oferecer todo o seu amor e cumplicidade em toda e qualquer circunstância.

Tudo isso porque a reciproca é redondamente verdadeira. A sua Master Amizade fará tudo isso por você também. E, se duvidar, muito mais! Um brinde às Masters Amizades!

Se joga no vídeo que eu fiz com a minha Master Amiga, vencedora do MasterChef Brasil, a linda Izabel Alvares! <3

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Amor e ódio andam de mãos dadas!
11 de junho de 2015 at 12:01 0

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AMOR E ÓDIO

Quando eu tinha 14 anos e era só uma menina feia de óculos e aparelhos nos dentes, estudante da oitava série de um colégio público em Curitiba, eu descobri como podem ser chatos os meninos. Menino é chato! Menino só fala de futebol, arrota e diz palavrão. Meninos eram estranhos, eu não gostava de muita proximidade. Até paquerava um de vez em quando, mas sempre preferia ficar no platônico mesmo porque se o menino descobrisse que eu era afim dele ele ia rir da minha cara. Meninos definitivamente eram muito estranhos. Mas tinha um em especial por quem eu nutria uma raivinha incontrolável. Ele se chamava Fábio. Loiro de olhos azuis, uma napa no lugar do nariz, tinha o cabelo tão comprido quanto o meu, era Coxa Branca doente e me irritava mais do que qualquer coisa nesse mundo. Ele falava alto na sala de aula, se sentia o melhor do mundo só porque uma menina mais feia do que eu da nossa sala era declaradamente apaixonada por ele, zoava todo mundo, enfim, o próprio "piá de prédio"! A gente se declarou guerra! Um dia, estava eu no pátio do colégio com minhas amigas, distraída, quando aquele fedelho veio por trás de mim e puxou meus cabelos com toda a força do mundo e saiu correndo. Deixei passar porque eu não ia ficar correndo atrás daquele inútil. Mas na semana seguinte quando ele também estava no pátio, no recreio, eu tratei de devolver a agressão na mesma moeda. E assim se seguia nosso desamor. Até que um belo dia, numa sexta-feira, me lembro bem, na aula de Educação Física, o imprestável estava na quadra jogando futebol, que era só pra isso que aquele cérebro funcionava. Coladas com a grade da quadra, tinham três pilastras, onde hasteávamos as bandeiras do país, do estado e da cidade. Eu e minhas amigas gostávamos de nos apoiar em duas pilastras, escalar a grade e dar um mortal. Mas nossos cérebros também funcionavam muito bem pra outras coisas, essa era a grande diferença. Quando eu segurei na pilastra do meio percebi que ela estava solta, mas já era tarde demais! Ela lentamente começou a cair em direção à quadra. Foi tudo em slowmotion, me lembro bem. Quando me virei pra quadra quem estava bem no meio dela, sozinho? O inútil do Fábio. Aquele imbecil tinha que estar bem ali. Eu fiz um baita esforço de tentar conter a pilastra, mas foi em vão. A parada devia ter uns 3 metros de altura e caiu bem em cima do filho da puta. Bateu primeiro na cabeça, depois no ombro esquerdo e caiu no chão. Foi um choque geral. Eu odiava aquele peste mas juro que nunca tive a intenção de eliminá-lo. O garoto caiu no chão se contorcendo de dor e eu, completamente desesperada, não sabia o que fazer. Meu Deus, matei o piá. Era a última aula, a mamãe do imprestável veio buscá-lo pra levá-lo ao hospital. E eu com o cu na mão. Era sexta. Eu passei o fim de semana todo imaginando ele todo engessado, na cadeira de rodas, mudo e cego de um olho. Não tive sossego de tanta preocupação. Segunda de manhã. Muito medo de ir pra escola. Vou, não tenho saída, pensei em inventar uma dor de barriga pra não ir mas não ia ter sucesso. Quando chego na sala tá lá o infeliz, inteirinho da silva. Pra meu alívio imediato e consequente indignação. Mas que cabeçudo! Vaso ruim não quebra mesmo! Devia ter derrubado duas pilastras ao invés de uma! Não preciso nem dizer que, a partir desse dia, nosso ódio mútuo aumentou consideravelmente! Continuamos a nos perseguir e nos sacanear mas agora de uma forma mais intensa. Garoto insuportável! Um dia, uma amiga da turma resolveu fazer uma festinha americana na garagem de casa. Meninos levam bebida e meninas levam comida. Bebida no caso era refrigerante e a comida se resumia a Fandangos de presunto. OK. Eu que não frequentava muitas festinhas estava adorando! Mas putz, o criança do Fabio tava lá. Ninguém merece! E fizemos a coisa mais improvável que poderíamos ter feito, deixando todos muito chocados. Jogamos fandangos um no outro? Caímos na porrada? Nos matamos? Não. Pior. Muito pior. A gente ficou! Sim, nós ficamos! Vai entender. Nem eu entendi. Mas o fato é que a gente ficou. E não satisfeitos começamos a namorar. O namoro durou 7 meses. O suficiente pra eu nunca mais duvidar do que reza a lenda: Amor e ódio, definitivamente, andam de mãos dadas.

Mulheres se alteram... acontece! Saca só:

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Das Escolhas
6 de maio de 2015 at 22:30 0

Lá no vlog dela, "Amor no Ventilador", ela mata a gente de rir e aqui, coloca todo mundo pra pensar! Mais um texto incrível da @TatiPasquali chegando na área! O que escolhemos pra gente? Nós somos nossas escolhas! Se joga aí:

DAS ESCOLHAS

Desde que abrimos nossos olhos pela manhã, começamos as nossas escolhas. Escolhemos o que vamos comer no café da manhã, se frutas, se pão, se leite, se suco – ou se vamos permanecer em jejum. Escolhemos se vamos lavar os cabelos no banho ou não. Escolhemos se hidratante, se esfoliante, se sabonete líquido ou em barra. Escolhemos a roupa que vamos usar, se jeans, se curto ou comprido, se salto, se maquiagem ou cara lavada. Pra ir, bicicleta, ônibus, metrô, carro ou a pé. No almoço escolhemos se carne, frango ou peixe, se sanduíche, se vamos escorregar na dieta, se fio-dental ou palito de dentes. A noite se filme ou balada, se cerveja ou vodka, se só ou acompanhado. As escolhas são, impreterivelmente, partes fundamentais de cada segundo do nosso cotidiano. Não existe respirar, acordar, dormir, sair e voltar sem fazer escolhas. Simples ou complicadas. Rápidas ou morosas. Elas estão sempre ali, embora, muitas vezes, no nosso modus automático, passemos por elas sem nos darmos conta.

Às vezes deixamos de escolher e optamos pela rotina – isso também é uma escolha, embora não pareça. Os mais entediados –feito eu – escolhem um dia dark, um dia hippie, um dia sexo, um dia fome, um dia chuva, um dia sol. Não podemos, de forma alguma, fugirmos de nós mesmos. Das nossas vontades, dos nossos instintos, das nossas necessidades.

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Depois de muita queda, não fica difícil entender que, da mesma forma em que fazemos escolhas no mundo fora da gente, também é possível fazer as escolhas das coisas que moram dentro da gente - olha que, na grande maioria das vezes, acontece muito mais coisas dentro da gente do que fora. Obviamente é mais fácil escolher a cor da camisa que vamos vestir do que escolher se vamos ser felizes ou tristes, doces ou rudes, se vamos deprimir, se vamos rir. Mas, pensando bem, a camisa que vamos vestir vai durar apenas algumas horas no nosso corpo, em breve teremos que escolher outra. As escolhas são recicláveis. Num armário repleto de roupas, você escolhe uma de cada vez, às vezes muda de ideia – também faz parte. O mesmo acontece com o que faremos com todas as coisas estabelecidas dentro de nós, uma escolha de cada vez, vestir uma roupa interna de cada vez. Dentro. Primeiro dentro, o fora acompanha. Obviamente ninguém tem sangue de barata e seria leviano dizer que a dor também é uma escolha. Não, não é! Ela acontece sem nossa permissão – bandida!!. Mas o tempo em que se vai gastar maturando essa dor é sim uma escolha. Se vitimizar e sofrer períodos longos pelos mesmos motivos, embora seja difícil de aceitar, é uma escolha. Só nossa. Esse é o melhor exemplo de escolhas pessoais e intransferíveis. É o tipo de escolha que absolutamente ninguém poderá fazer por ninguém – diferente do sapato que vamos usar, que podemos pedir ajuda se não conseguimos decidir.

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Parece impossível? Se você quer muito usar seu par de meias roxas e não consegue encontrar de jeito de nenhum, você vai revirar seu guarda-roupas, o cesto de roupas sujas, debaixo do sofá até encontrar o bendito par de meias, ou não? Então, se parecer impossível reverter um estado de dor, quando parecer infinito esse momento, quando você achar que vai perder o ar dos pulmões, quando você achar que vai morrer de tanta tristeza... você de fato vai! A menos que você revire todo o seu corpo, sua pele, seus órgãos vitais, seu sangue, sua mente, sua alma, seu coração até encontrar todas aquelas coisas lindas e gostosas de sentir que você tem aí dentro. E se você é capaz de escolher a marca da sua pasta de dentes sozinho, garanto que você vai conseguir escolher sozinho também qual das centenas de coisas espalhadas por aí dentro você vai sentir, vestir e desfilar. Pra você mesmo. Mas também não é uma escolha fácil, você terá que escolher todos os dias de sua vida se amor, se paixão, se tesão, se bom-humor, se alegria, se...

Por Tati Pasquali.

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Flor Do Amor
28 de abril de 2015 at 07:10 0
Homens, com ou sem "h" maiúsculo, mulheres, amores, sexo, sacanagens e confusões. Esses são alguns dos temas dessa coluna e também do vlog "Amor no Ventilador" , ambos assinados pela linda @TatiPasquali! Como colunista convidada aqui do blog, toda semana tem assunto novo! O texto de hoje fala sobre amor próprio! Sabe o que é isso ou já esqueceu? Se joga com a Tati!

Flor do Amor

Desde que nos entendemos por gente aprendemos que devemos amar. Amar nossos pais, nossos avós, nossos irmãos, nossa professora, nossos coleguinhas de classe. Quando adolescemos, como que por instinto, aprendemos a praticar o amor com o primeiro amor que achamos ser o amor maior que o amor pode ser. Depois acabamos por descobrir segundos, terceiros e quartos amores e seguimos procurando e encontrando pessoas pra amar por toda a vida. Até que amamos nossos filhos, netos e agregados. Opa! Calma! Fui que eu me perdi na ordem das coisas ou realmente não existiu ali um momento onde alguém nos ensinasse – ou nós mesmos descobríssemos por conta – a amar a pessoa mais importante dessa arvore genealógica afetiva: nós mesmos! Como é possível tanta negligencia? Somos, ou pelo menos, deveríamos ser, o grande amor da vida de nós mesmos. Não estou me referindo ao sentido turvo da questão, no que tange ao egoísmo, ao orgulho e a prepotência, até porque, essas características justamente depõe contra o amor e dele não fazem parte. Me refiro mesmo ao “clichezismo” do amor-próprio. Essa fatia tão preciosa e cara de todo o amor que somos capazes de doar é adicional de fábrica ou precisa ser construída tijolo por tijolo? As duas coisas. O amor é inato a todos os seres humanos – psicologicamente saudáveis -, mas o amor-próprio também precisa ser cuidado, dedicado, atendido como qualquer relação afetiva. Quanto mais amor dermos à nós mesmos mais amor seremos capazes de distribuir ao mundo. Pessoas que se amam respeitam mais ao próximo, se solidarizam mais, são mais felizes no casamento, dentro na família, no trabalho. E se tais pessoas não estiverem felizes, vão buscar ser, afinal, sempre queremos fazer felizes as pessoas que amamos. Diz a filosofia budista que a partir da sua própria felicidade, você pode fazer um mundo inteiro feliz. E como ser feliz sem se amar? Sem economias e barganhas, quanto mais amor a gente dá, mais amor teremos pra dar e, quanto mais amor direcionamos à nós mesmos, mais amor teremos pra direcionar à nós mesmos, e vice-versa, como num círculo vicioso, amor que não acaba mais. Reza a mitologia grega que Narciso, ao se apaixonar pela própria imagem refletida num rio, foi castigado por tamanho orgulho, vindo a morrer definhado. Seu corpo então foi transformado em uma flor. Deixemos a culpa de lado, pensemos apenas que cada vez que nos apaixonamos por nós mesmos, uma flor nasce em alguém lugar do mundo. Creio que o mundo esteja precisando de mais flores, portanto, vamos nos perder, nos enlouquecer de amor pela única pessoa que, infalivelmente, vamos conviver do primeiro ao último dia de nossas vidas. Por um mundo mais florido de amores-próprios. Por Tati Pasquali.     amor-no-ventilador-coluna-blog-do-maicon-amor-proprio-a-flor-do-amor-i-love-me
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Aos que eu amei e aos que eu não amei…
21 de abril de 2015 at 11:11 0

O "Amor no Ventilador" é um Vlog da linda @TatiPasquali, que você precisa conhecer! Lá ela fala de homens, amores, sexo e tudo mais de um jeito bem divertido! A Tati escreve, toda semana, um texto aqui no Blog sobre relacionamentos! O de hoje fala sobre a real probabilidade de você viver, de fato, uma história de amor!

Aos que eu amei e aos que eu não amei ou O coxo amor.

Se apaixonar por alguém que não conhecemos ou não sabermos o porque estamos nos apaixonando é um lugar comum muito comum entre as pessoas comuns. Seria mais fácil nos apaixonarmos por fulano porque fulano faz o melhor risoto de aspargos do planeta ou porque ele consegue encostar o calcanhar direito no lóbulo da orelha esquerda. Mas não. Normalmente ele nada faz, ele nada diz, ele nem sequer pensa em algo conclusivo. E já ficamos de quatro. Assim. Justamente sem saber porque e nem pra que e nem onde isso vai dar. E lá vai a gente bancar o louco do tarô com nosso pezinho apontado pro abismo. Aí vem a frequência, os telefonemas diários, duas ou três vezes na semana na casa do outro, risadas, afinidades e pluft! De repente ele sai fora. Sem que você entenda a razão, a pessoa não mais te procura, não mais pode/quer manter aquela frequência. E o nó na nossa cabeça está feito. A pulga logo se instala atrás da nossa orelha e nos perguntamos e perguntamos aos amigos e perguntamos às paredes. O sujeito, ou a sujeita, nos procurava tanto, nos admirava tanto e até parecia que gostava da gente. Então, apenas uma conclusão justifica tudo isso. Obvio! Ele estava se envolvendo, não resistindo e, com paúra de se apaixonar resolveu cair fora. Vocês tiveram momentos incríveis, claro que se foi incrível pra você também foi incrível pra outra parte, e você fica impressionada como as pessoas são capazes de resistir à você, a uma paixão.

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Não! Não é absolutamente nada disso. Porque foi uma historia de amor pra você não necessariamente significa que foi uma historia de amor pra outra pessoa ou vice-versa. As pessoas não se envolvem com medo de se apaixonar, é bem mais simples: elas não se envolvem porque não querem, porque não se apaixonaram por você. O contrário também pode acontecer. Quantas historias foram apenas historias, nada mais que historias pra gente enquanto o lado de lá viveu um romance, se apaixonou e quis casar e ter filhos e então você pensou: quem é esse mesmo???

Já presenciei amigos ficando passados porque o caso não quis assumir compromisso. Já vi gente que se enganou dizendo que foi enganada. Já me vi blasfemando que fulano não sabe ser feliz porque não sabe se relacionar. Ledo engano. As pessoas tem o direito de decidirem se querem nos exclusivar assim como nós temos o mesmíssimo direito. E quando uma das partes se recusa, ainda assim está exercendo seu direito de fazer escolhas. E não! Ao contrario do que muita gente pensa, ninguém tem poder de escolha e decisão sobre ninguém. Ninguém muda ninguém e não cabe a ninguém tentar convencer alguém de que qualquer coisa. A gente aceita e se adapta às pessoas. E elas à nós. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Nem eu. Nem ele. Nem ela.

Qual é mesmo a probabilidade de você tropeçar em alguém com quem você tenha afinidades, amizade, diversão, tesão sexual, tesão intelectual, admiração, conforto, confiança e ainda assim estarem os dois, e ao mesmo tempo, dispostos e disponíveis a se exclusivar e viver de fato uma historia de amor?

Quase nula.

Por Tati Pasquali.

Assista um vídeo da Tati sobre #PuteiroFeminino!

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