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relacionamento

#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Desculpe se eu fui um babaca
21 de janeiro de 2016 at 21:10 1
Recebi uma mensagem inusitada: “Oi, lembra de mim?” A gente teve um relacionamento pocket, mas intenso, com aproveitamento integral e de quebra, um dia dos namorados fofinho de mãos dadas, assistindo filme. Claro que eu lembro de você. A gente não apaga as pessoas da cabeça da mesma forma que apagamos uma conversa do Whatsapp. Claro que eu lembro de você. Lembro de como você primeiro ficou distante, depois estranho e por último desapareceu, sem dizer nada. Claro que eu lembro de você. Entrei no seu Facebook pra mostrar uma foto sua pra minha prima e descobri que você tinha me deletado. Como esquecer? Nosso primeiro encontro foi incrível. Ele demorou dois dias pra me beijar e meus amigos tinham certeza que o menino era gay pela demora. Eu tinha certeza que ele só tinha um ritmo mais devagar e estava adorando aquele jeito old school de conhecer alguém. Foi tudo muito legal, até que ele sumiu. Para descobrir como fazer parte do clube do babaca, consultei um dos maiores babacas do mundo, assumido de carteirinha (e um ótimo amigo, por sinal):
  • Aja como se ela(e) fosse a pessoa mais especial do mundo ou o amor da sua vida.
  • Seja perfeito, amoroso, carinhoso e depois suma, com um silêncio ou uma desculpa qualquer.
  • Ficar ocupado para sempre também funciona.
Damn. Eles são bons no que fazem. E aí você se sente um(a) idiota por ter acreditado naquilo tudo. Não que aquilo tudo não tenha sido verdade. Foi verdadeiro pra você que se entregou e acredite, foi verdadeiro pro babaca também. Ele só não dá conta de sair desse ciclo vicioso pegou, iludiu, largou. É pior que droga. Quando o babaca some, termina do nada ou te corta de forma grosseira, ele está garantindo sair por cima, evitando ser rejeitado. Ele sente que ganhou aquele jogo (que jogo?).

Ha! Te rejeitei. Agora você não pode me rejeitar mais. Bilú-bilú-tetéia.

O babaca tem medo de se envolver, de se comprometer, de criar intimidade e correr riscos, mostrando todas aquelas partes que menos gostamos de nós mesmos. Aquele seu lado grosseiro que só a sua família conhece, a remela no olho e o bafo do amanhecer que não são nada românticos. O babaca é aquele covarde que se agarra ao mastro quando o navio está afundando só por medo de se jogar no oceano (vai que o oceano rejeita ele também). Fiquei bem mal quando esse babaca sumiu. Me senti um lixo e me culpei, achando razões em mim pra ter sido descartada. Mas depois passou. Se você por algum motivo está sofrendo por um babaca alheio, permita-se. Sinta a falta, viva o vazio. Xingue o babaca (é ótimo!). Sofra por você e por ele. O babaca só abandona porque ele foi abandonado há muito tempo. Aí ele sai por aí, atrás de alguém que preencha esse buraco que o assola. Quando a sua dor passar, o babaca vai estar lá, como uma criança que perdeu a mãe no shopping, buscando alguém que supra o que ele não encontra dentro dele: amor. Mas não se engane, todos somos babacas. Em maior ou menor nível, queremos ganhar o jogo (que jogo?), sair por cima e nos sentirmos melhores por isso. Já não respondi aquela pessoa que não estava tão afim, já mostrei pros meus amigos como fulaninho queria tanto e eu não estava nem aí. Me senti melhor por isso, fodona, uma grande babaca. A diferença é o quanto você está apegada(o) a esse jogo (?!?!). Alguns já desistem da prática de primeira, outros demoram um pouco mais. Os viciados ficam lá, batendo cabeça. Descobri que o meu babaca sumiu porque voltou com a ex namorada e não sabia como dizer isso. Meses depois, ele veio se desculpar e hoje eu dou aula de yoga pra ele. Salve um babaca você também. > Já salvou um babaca? Conta pra gente a sua história com a #salveumbabaca     beach-yoga  
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Um vício chamado Paixão!
1 de dezembro de 2015 at 18:51 0

Tô Apaixonada!

Nada, nada, NA-DA nos deixa tão felizes e dispostos como quando estamos apaixonados – e correspondidos, obviamente, do contrário teríamos o desejo de uma morte rápida e fulminante. Quando nos encontramos nesse estado de plenitude o céu é mais azul, a vida é mais colorida, o canto dos pássaros é mais bonito e foda-se o cheque especial, a derrota do seu time, o dedo que você cortou abrindo a lata e que ainda continua sangrando porque o que interessa é que eu te amo e com você meu mundo fica completo! (Suspiros! Muitos suspiros!!). Realmente, inegavelmente e indubitavelmente é a mais delícia das delícias! É mais gostoso que sorvete de chocolate, cerveja gelada e brisa de verão. Mas – convenhamos -, que acompanhada dessa sensação de completude está o chão que insiste em sumir debaixo dos nossos pés e o medo de cair num buraco negro sem fim caso esse história de amor acabe tão logo começou. A paixão é toda capaz de tirar nossa paz e o ar dos nossos pulmões sem nos colocar nada no lugar. Seja por medo de perder a pessoa amada ou seja por pura saudade mesmo, porque, numa hora dessas tudo o que queremos é estar 25 horas por dia colados com o ser amado, respirando o mesmo ar, vendo o mesmo céu, sentindo a mesma temperatura e ai, desse universo tão cruel que ousa nos separar ainda que seja por algumas horas. A sensação é de morte eminente. Mas calma! Isso acontece com todo mundo e é cientificamente explicado. Esse estado de paixão absoluta altera nossos hormônios por completo a ponto de nos deixar em estado de abstinência quando estamos longe da pessoa, como na ausência de uma droga pra um dependente químico. Acha exagero? Antes fosse. O estado da paixão está bem ali, metida entre os vícios e os transtornos obsessivos. Acho que a partir de agora você vai pensar duas vezes antes de se entregar à uma tórrida, inebriante e avassaladora paixão. Só que não. Tem coisa melhor nessa vida do que se ver completamente apaixonado e correspondido? Não, não tem. E sim, somos que nem o louco do tarô nesse momento, com nosso pezinho fora do abismo nos colocando à disposição de todos os riscos recorrentes dessa delícia.

Se não acredita, dá uma olhadinho no que eu falo no vídeo! rs

Let´s falling in love!!!

E depois, se inscreva no canal! Porque é de graça e faz bem, igual paixão! <3
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Sexo e Amizade…
16 de setembro de 2015 at 20:33 1

Sexo e Amizade.

Duas das melhores coisas dessa vida, inegavelmente são: Sexo e amigos. Os amigos estão sempre com a gente nos momento mais felizes, loucos e divertidos, rindo das nossas gafes, dançando até o chão numa pista lotada, curtindo um cinema numa tarde de terça-feira ociosa. Também são eles que nos dão um tapa na cara quando fazemos bobagens, que nos oferecem os dois ombros quando levamos um pé na bunda, que ficam do nosso lado quando perdemos algum ente querido e que seguram a nossa mão quando estamos com medo de algo que está por vir. Quanto ao sexo não precisamos nem dissertar, todo mundo já está careca de saber o quanto é bom e todos os benefícios que vem com esse prazer. E ter isso tudo numa coisa só é ou não é fantástico? Aquele contatinho na agenda do seu celular que você pode mandar uma mensagem ou telefonar a qualquer hora, aquela pessoa que vai ao seu encontro pra te fazer dar risada e gozar, aquela pessoa com quem você já criou uma intimidade, que já sabe tudo o que você gosta e tudo o que mais te irrita, que te conhece, conhece seu corpo, seu jeito, que te respeita e que, a cima de tudo, não vai te cobrar absolutamente nada! Uma relação onde não há espaço pros ciúmes, nem ligações no dia seguinte e nem expectativas. Você se fazem companhia simplesmente porque gostam da companhia um do outro, nenhuma das partes é obrigada a estar com a outra, então ficam, se encontram, dormem juntos porque querem, porque existe vontade mútua. Uma relação que não dá espaço pras cobranças de uma relação rotulada, mas que da sim abertura pra dormirem de conchinha, conversar sobre os traumas de infância, sair pra jantar, pra dançar e curtir a vida. Antes de tudo um amigo, depois de tudo um sexo gostoso. E vice-versa. Tem como dizer que não existe, por menor que seja, amor nessa relação?

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Tapando o luto do término com a peneira
27 de agosto de 2015 at 14:49 1
Desde que terminei meu último namoro, sai como louca atrás de alguém para tapar o buraco do luto que tomou conta de mim. Dizem que a dor do luto do término é pior que a dor do luto da morte, porque quando terminamos um relacionamento, a pessoa morre apenas pra você. Ela continua lá, bem viva, existindo todos os dias, estudando, trabalhando, pegando o ônibus e sendo feliz – por mais doloroso que seja - sem estar ao seu lado. Ver o meu ex com uma outra pessoa depois de apenas 3 semanas que terminamos também ajudou nesse processo desorientado. Sempre fui muito competitiva. Se ele superou tão rápido, porque eu não posso superar também? Ainda não tinha entendido que ver o seu ex com outra não significa necessariamente que ele superou o término de vocês. hebe-coracao Assumi o discurso “agora estou pronta para abrir um novo ciclo”, enquanto que lá no fundo, estava desesperada pra fazer sumir aquela sensação de desamparo. Tentei de tudo. Tinder, me acabar na noite e até andar na rua procurando um novo amor (acredite, isso aconteceu). A cada novo encontro, o primeiro pensamento era “será que esse é o meu novo amor?”. Já começava a criar diversas situações na minha cabeça sobre como seria se a gente namorasse ao invés de estar ali, presente, descobrindo e experimentando as mil possibilidades que podem se abrir – ou não - num encontro.

Todas as tentativas foram frustradas, porque na verdade, eu não estava pronta porcaria nenhuma pra um novo ciclo.

Ainda estava de luto e não respeitei esse momento. Tentei ignorar, tapando ele com tudo o que era capaz. Mas sabemos que por mais que a gente esconda a poeira debaixo do tapete, ela continua lá, muito paciente, sem pressa nenhuma, só esperando chegar o dia em que você vai lidar com ela. Nas minhas aventuras por um novo amor, esbarrei com outras pessoas exatamente na mesma situação que eu e é claro que a coisa não funcionava. Era tudo muito intenso. Um tentando tapar o buraco emocional do outro, pulando todas as etapas numa ansiedade sufocadora que assim como começava, acabava. Mais rápido que fogo de palha. dilma-coracao

Em Outubro vai fazer um ano que terminei meu namoro e hoje não tenho mais vergonha em dizer que sim, ainda estou nas reminiscências de um luto.

Logo quando terminou, cheguei a pesquisar na internet quanto tempo que essa sensação bizarra poderia durar. Achei vários artigos que davam prazos diferentes de 2 meses a dois anos. Procurava um dado científico pra dar um prazo, um fim, para aquilo que não tem resposta certa. O tempo necessário é o meu, o seu e é como bunda, cada um tem a sua. Só você vai poder descobrir o tipo de experiências que precisa passar para cicatrizar e aliviar tudo isso. Dói né? Faz parte. xuxa-coracao O meu último acontecimento intenso e frustrado me mostrou uma coisa muito boa. Desde que me tornei solteira, em nenhum momento aprendi a me amar, pura e simplesmente, no sentido mais piegas mesmo. Amar minha cia, ser independente, cuidar de mim. Me vi despedaçada, tentando achar alguém e colocar toda a responsabilidade nesse outro pra me fazer feliz. Se ainda não tinha cuidado do meu jardim, como poderia querer atrair as borboletas? Resolvi arregaçar as mangas e focar em mim. Isso não quer dizer que eu não tenha recaídas. Quando menos perceber posso muito bem estar novamente carente e desesperada colocando a responsabilidade do meu bem estar no outro. Mas agora, nesse exato momento o foco sou eu. As borboletas eu já nem penso. Se vierem, venham sem pressa. To gostando cada vez mais desse jardim que está florescendo aqui dentro. silvio-santos-coracao
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – 30 coisas que as mulheres detestam nos homens!
23 de julho de 2015 at 20:55 2
Tá preparado amigo homem? Vou listar pra vocês 30 coisas que as mulheres ODEIAM em vocês!

1 - #cachorromagro

As mulheres detestam homens que trepam, levantam, vestem a roupa e vão embora. #cachorromagro

 2 - #machistasdeplantão

As mulheres detestam homens que acham que a mulher tem que fazer absolutamente tudo: lavar, passar, cozinhar... #machistasdeplantao

3 - #ZzzzZzZzZZzzzz

As mulheres detestam homens que não têm pegada. #zzzzzzzzzzzzzz

4 - #narcisomorreuafogado

As mulheres detestam homens que trepam se olhando no espelho.

5 - #vaitiraropaidaforca

As mulheres detestam homens afobados. #vaitiraropaidaforca

 6 - #bonecainflavel

As mulheres detestam homens que querem dirigir a foda. #bonecainflavel

7 - #aiqueburrodazeropraele

As mulheres detestam homens que não sabem onde o clitóris mora. #aiqueburrodazeropraele

8 - #vaijogarsinuca

As mulheres detestam homens que colocam no buraco errado e dizem que foi sem querer. #vaijogarsinuca

9 - #otorrinolaringologista

As mulheres detestam homens que roncam. #otorrinolaringologsita

10 - #sosefordechocolate

As mulheres detestam homens que dão bolo. #sosefordechocolate

11 - #citacaiof

As mulheres detestam homens que mandam frases feitas. #citacaiof

12 - #ferraripode

As mulheres detestam homens que gostam mais de carro do que de mulher. #ferraripode

13 - #enrustidinho

As mulheres detestam homens homofóbicos que não aceitam seus amigos gays. #enrustidinho

14 - #esfoliantedecuérola

As mulheres detestam homens que deixam pelos no sabonete. #esfoliantedecuerola

15 - #vaicuspirnasuacomida

As mulheres detestam homens que destratam garçons . #vaicuspirnasuacomida

16 - #quemtemfilhograndeéelefante

As mulheres detestam homens que pensam que nós somos as mães deles. #quemtemfilhograndeeelefante

17 - #quemtudoquertudoperde

As mulheres detestam homens que beijam de olhos abertos olhando tudo o que está acontecendo em volta. #quemtudoquertudoperde

18 - #quemnãodaassistenciaabreconcorrencia

As mulheres detestam homens que não chupam. #quemnaodaassistenciabreconcorrencia

19 -  #tiavelha

As mulheres detestam homens fofoqueiros. #tiavelha

20 - #sóogooglesalva

As mulheres detestam homens fúteis e desinteressados. #soogooglesalva

21 - #dda

As mulheres detestam homens que deixam a mulher trepando sozinha. #dda

22 - #sósegostarmuitodearanha

As mulheres detestam homens que têm mais medo de barata do que elas.

23 - #stalkers

As mulheres detestam homens inseguros e ciumentos. #stalker

24 - #homemdascavernas

As mulheres detestam homens que puxam os cabelos delas na balada. #homemdascavernas

25 - #personanongrata

As mulheres detestam homens que sentam na mesa delas sem serem convidados. #personanongrata

26 - #galinhagem

As mulheres detestam homens que dão em cima das amigas delas. #galinhagem

27 - #dispensahashtag

Don’t wanna short dick man. #dispensahashtag

28 - #elanãooestaafimdevoce

As mulheres detestam homens insistentes. #elanaoestaafimdevoce

29 - #homersimpson

As mulheres detestam homens desleixados e relaxados. #homersimpson

30 - #sematriculanumaauladestandupcomedy

As mulheres detestam homens que não tem senso de humor. #sematriculanumaauladestandupcomedy

PLUS:

31 -  #sociopatas

As mulheres detestam homens insensíveis. #sociopatas E aí, curtiu nossa lista amigo homens? Meninas, aposto que vocês acrescentariam mais alguns itens aí, né amigas?! hahaha Essa lista surgiu desse vídeo aqui "30 coisas que as mulheres odeiam nos homens"! Dá o play e se divirta! (Depois cola no mural do seu homem! Vai que ele aprende umas coisinhas.. rs) https://www.youtube.com/watch?v=zhhPv7Zu-H4
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Ela que me pariu!
16 de julho de 2015 at 01:18 0

Você já pensou em perguntar pra sua mãe o que ela faria se descobrisse que você é gay? Ou quais são os tipos de caras que ela gosta de ficar? Ou se ela própria namoraria uma mulher? Ou como, na idade dela, ela enxerga o sexo – e faz? Ou como ela encarou o divórcio com seu pai?

Eu resolvi perguntar isso tudo à minha mãe, assim, em frente à câmera. Um papo sem pudores, sem frescura, uma novidade pra nós duas também. Peguei gosto pela coisa, acho que a partir de agora vamos abraçar essa oportunidade de conversar sobre esses assuntos sempre dessa forma livre e leve.

Que tal você tentar o mesmo?

https://www.youtube.com/watch?v=vyiHFWwJLSQ
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Muita intimidade ajuda ou atrapalha a relação?
6 de julho de 2015 at 21:58 0

Ah! A intimidade! Como é bom ter intimidade com a pessoa que a gente ama! A intimidade vira tanta que a gente conhece cada gosto, cada cheiro, cada textura, cada pinta e cada pelo do corpo do ser amado. A gente adivinha seus pensamentos, suas vontades. E a recíproca se faz inteiramente verdadeira. A gente se sente a vontade, abre o coração, se entrega de corpo e alma. Dois viram um. É bom demais, não é?! É. Inegavelmente bom. Maaas... E quando a intimidade é tanta que você já não se importa mais se a sua depilação está em dia, se seu cabelo está hidratado, se sua unha está apresentável? Aí você se sente no direito de futucar o nariz, peidar e até fazer o número 2 na frente do seu parceiro. E aí também, a recíproca se faz inteiramente verdadeira. Até que ponto isso é saudável pra relação? Será que essas pequenas intimidades extremas não vão brochando a relação aos poucos? Afinal, não somos nada sexys quando estamos sentados na latrina fazendo forcinha pro cocô sair, também não ficamos atraentes numa calça velha de moletom rasgada na bunda, muito menos “limpando o salão” com uma unha roída. Vamos combinar que essa história de “se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa” e viver anos ao lado de alguém é lindo e romântico, mas pra que alguém se apaixone pela gente todos os dias – e vice-versa – precisamos estar “apaixonáveis”, mesmo acordando de manhã com bafo matinal, remela nos olhos e cabelo desgrenhado – até porque disso não podemos fugir. Tem coisas que precisam ser mantidas da porta pra dentro, na privacidade pessoal e intransferível de cada um, coisas que a gente faz quando não tem ninguém olhando, lá no escurinho da nossa privacidade. Pelo bem da relação, pra manter o “pau duro”, podemos evitar fazer na frente do parceiro tudo aquilo que fazemos quando estamos sozinhos.

Menos palitar os dentes, gente. Palitar os dentes nem no escuro, sozinho e de porta fechada!!!

https://www.youtube.com/watch?v=6ZveOnT0BeY
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Dedo Podre? Como lidar com nossas escolhas!
27 de junho de 2015 at 18:44 0

Eu sempre achei muito engraçada essa expressão “dedo podre”, como se fosse o nosso dedo quem escolhesse as pessoas por quem nos apaixonamos e/ou nos relacionamos. Tadinho, sempre levando a pior! Mas, qual é exatamente a parte do nosso corpo responsável por essas escolhas? O coração, é a primeira coisa que nos vem à cabeça quando falamos de amor. Uma vez, há muitos anos atrás, numa aula de ciências, minha professora explicou que existe uma parte do cérebro responsável pelos nossos sentimentos e, segundo ela, quando queremos expressar nosso amor em cartinhas, deveríamos então desenhar um cerebrozinho ao invés de um coração. Eu achei graça porque sempre fui muito romântica e o coração sempre foi a explicação mais plausível pra mim. Ou será que essas escolhas transcendem o corpo e a é nossa alma quem escolhe? Mas será que estamos mesmo falando de escolha? A gente escolhe ou é escolhido pela paixão, pelo amor, pelo desejo? Nos momentos onde me vi sofrendo por uma paixão não correspondida eu questionava o que me fazia nutrir tal sentimento por determinadas pessoas. E muitas vezes me deparei com pessoas muito lindas apaixonadas de verdade por mim, mas não conseguindo fazer verdadeira a recíproca. Me perguntei muitas vezes: “Porque eu não sou apaixonada por ciclano ao invés de ser apaixonada por fulano?”

Nesse caso, então, a pessoa que se apaixonou por mim e não foi correspondida também tinha dedo podre? Eu também já fui alvo do dedo podre de alguém? Provavelmente. Então voltamos à velha dificuldade de nos apaixonarmos por alguém, que se apaixone por nós ao mesmo tempo e que os dois queiram/possam assumir tal paixão. Enfim, se é dedo, se é coração, se é cérebro, se é alma, se é o raio que o parta, não sabemos, mas, com a mais absoluta certeza, todos nós sabemos a dor que é fazer as “escolhas” erradas.

https://www.youtube.com/watch?v=Oy_eW-VGgr4
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – A Fórmula Do Amor
13 de abril de 2015 at 00:45 1
O "Amor no Ventilador" é um Vlog da minha linda prima @TatiPasquali, que você precisa conhecer! Lá ela fala de homens, amores, sexo e tudo mais de um jeito bem divertido! A Tati sempre gostou de escrever e, diga-se de passagem, faz isso muito bem! Convidei ela pra toda semana postar um texto aqui no Blog sobre relacionamentos! O texto de estreia fala sobre a nossa eterna, ou não, saga para encontrar um amor!

#afórmuladoamor

Quanto mais o tempo passa mais difícil se torna a arte – sim, é uma arte - do se relacionar. Não sei se a culpa é da geração tecnologia, se a culpa é da segunda década do milênio, se a culpa é das estrelas ou se é porque estou ficando velha mesmo. Escrevo em primeira pessoa simplesmente porque sou eu quem escreve, mas ouso arriscar que esse problema não abate apenas à minha pessoa. Conheço um número significativo de pessoas - sejam heteros ou gays, homens, mulheres ou árvores - que não consegue e até já desistiram de encontrar a metade da sua laranja.

A pergunta é: precisamos mesmo ter aquela pessoa exclusiva pra ocupar o lugar de nosso parceiro? Amigos temos muitos, irmãos, familiares, colegas de trabalho, etc, mas namorado - pelo menos no Ocidente e pelo que reza as boas condutas sociais - só podemos eleger um único. Precisamos dele pra conduzir nossas vidas, pra ganhar dinheiro, pra termos sucesso profissional, pra termos filhos? Não, não precisamos. Os tempos são outros e de “precisância” nesse aspecto não sofremos. Mas queremos. Com todas as nossas forcas, com todo o nosso corpo, alma e coração - queremos! Aquela pessoa que vai acordar com a gente todas as manhãs sem ligar pro nosso bafo matinal e pro nosso cabelo embaraçado, aquela pessoa que vai nos acompanhar no show do Pearl Jam e vai cantar todas as músicas com a gente, seja ao pé do ouvido ou quicando e gritando, aquela pessoa que vai nos surpreender vez ou outra com uma gérbera ou que vamos surpreendê-lo com uma lingerie novinha e pequenininha. Aquela pessoa. Aquela única pessoa. Que vai habitar todos os nossos sonhos e projetos de vida a partir de então. Aí foge à nossa compreensão porque existem 7 bilhões de pessoas no mundo e ainda assim nos parece que não há quem se encaixe nos nossos paradigmas.

Um tem um ótimo papo, o outro é excelente na cama, o terceiro sabe fazer a melhor massagem, e um outro ainda gosta das mesmas exatas coisas que a gente e um último, que arranha algumas músicas no violão. Mas se você ganhar uma promoção da sua rádio favorita, que lhe da um pacote de um fim de semana em Búzios numa suíte presidencial com direito a passeios românticos de lancha, você percebe que não tem ninguém pra levar, não que você não tenha ninguém, as possibilidade são muitas, mas nenhum é capaz de reunir todas as qualidades – e defeitos - que o elegeriam A pessoa. E então você convida sua melhor amiga solteira. Vai ter um fim de semana perfeito? Vai. Porque a sua amiga é foda! Mas vai ficar com aquele gostinho de que alguma coisa falta. Sexo bom nunca me pareceu algo difícil de encontrar, mas sexo bom mesmo é aquele que, quando termina, você não tem o desejo de que a pessoa vire um petit gateau com muita calda de chocolate. Se relacionar afetivamente é quase uma matemática, você precisa sentir muito tesão pela pessoa, gostar do papo, gostar da mesma culinária, dos mesmos programas, da mesma música, estar disponível e disposto pra ter uma relação e tudo, absolutamente tudo, precisa ser recíproco. E qual a probabilidade desse encontro acontecer? Essa matemática me escapa, não sei dizer. Ninguém sabe. Nem Stephen Hawking. E a cada nova pessoa que conhecemos vamos jogando tudo isso numa balança - que de precisa não tem nada. Até a Apple esta tentando nos ajudar nesse jogo, criando a cada dia, um novo App pra tentar nos dar um atalho no longo caminho da procura pelo par perfeito.

A Fórmula do Amor

Na maioria das vezes tentamos, a todo o custo e com muito esforço, jogar ao outro a responsabilidade pelo não acerto ou pelo fim da relação que, na maioria das vezes, nem começa direito antes de acabar de vez. Culpamos o coitado do nosso indicador, chamando-o de podre (calúnia!), culpamos as circunstâncias, Deus e o universo. Culpamos as redes sociais que oferecem os perfis como menus, abrindo muitas possibilidades e aumentando o numero de rivais, culpamos o censo pela quantidade de gente no mundo e assim por diante, mas no fundo, beeeem no fundo, sabemos que nós mesmos desaprendemos a nos relacionar. Nossa carência se tornou maior que nossa razão, ela nos cega a ponto de nos machucarmos da exata mesma forma várias vezes, entrando num padrão de escolhas equivocadas, correndo atrás do próprio rabo. Nada parece resolver o enigma do sucesso afetivo e, muitas vezes, nos torturamos muito mais com as falhas alheias do que com as nossas. Nos tornamos vilões - Essa menina gordinha tem namorado e eu não? Essa mulher cafona é casada?.

Viramos mocinhos católicos - Eu sou tão bonito (a), inteligente, interessante, interessado (a), carinhoso (a), cozinho bem, trepo bem e muitas etcéteras... Então  porque ninguém me ama? Por que ninguém me quer? E pior – por que eu não quero ninguém?.

Por quê? Por quê? São muitos os por ques separados e quase nenhum porque junto. Ainda vamos encontrar a fórmula do amor, ela certamente está escondida num lugar onde a gente nunca ousou procurar – dentro de nós mesmos.

Por Tati Pasquali.

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