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primeira vez

Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Sexo no Primeiro Encontro
23 de novembro de 2015 at 04:26 0

Até muito pouco tempo atrás – dependendo da relatividade do “pouco tempo”, já que este tem passado tão rápido – eu achava que o sexo casual, sexo pelo sexo, sexo com alguém que eu acabara de conhecer era tão fadado ao fracasso quanto o sexo obrigatório de anos de uma relação que já não tem futuro. Eu via isso como um ato de desespero, como uma fuga de mim mesma. E, por muitas vezes, talvez tenha até sido. Mas, com o passar desse tempo cruel que não para, não importa o que aconteça - e com a maturidade batendo à porta – eu descobri que pode sim existir uma parcela mínima – menos que ínfima – de algum tipo de amor nesse ato tão impulsivo de entregar seu corpo e seu prazer à alguém de tão pouca intimidade. Mas o que é a intimidade, não é mesmo? Ela tem que começar de algum lugar. Eu não seria leviana em afirmar que isso está certo ou errado, afinal, quem sou eu na fila do pão? Mas eu, como boa geminiana curiosa e ouvinte das historias e experiências alheias, percebi que existem muitas historias de amor de sucesso que começaram não de um jantar romântico, nem de uma rosa vermelha, muito menos de um cavalheirismo em forma de um anel, mas sim de uma noite tórrida de sexo que, a princípio, tinha como único objetivo gozar. Vai saber, vai entender!! A única certeza que eu tenho é que pra nada nessa vida existe regra. O amor pode sim ser sexualmente transmissível, transmissível pela pele, pelo gosto, pela saliva, pelo cheiro, pelo toque, e, por que não, pelo gozo. A vida é curta demais pra que percamos tempo nos preocupando com convenções ou com o que a sociedade irá pensar ou como ela irá julgar nossos atos, que são nossos e de mais ninguém. Nossas vontades e desejos são pessoais e intransferíveis, isso significa que ninguém, absolutamente ninguém tem o poder de mudar nossas ânsias – infelizmente pra alguns conservadores, mas felizmente pra nós mesmos, pois só nós podemos assassinar toda e qualquer fome que nosso corpo venha a sentir. E, vamos combinar: ninguém tem nada a ver com isso!

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Gorila do amor
13 de novembro de 2015 at 23:38 0
A Disney faz muito bem o papel de alimentar o conto de fadas no nosso imaginário do amor. A gente espera o homem ideal, o beijo que encaixa, o sexo de cinema e aí vem a vida,  joga uma bomba de merda no seu castelo encantado e faz muito bem o papel de te dar o choque de realidade necessário enquanto te diz lide com isso bitch, ninguém disse que seria fácil. Minhas primeiras experiências amorosas foram como quando aquela criança toda empolgada abria a porta dos desesperados do Sérgio Mallandro na expectativa de ganhar a bicicleta, mas aparecia o gorila – UM TERROR. porta O primeiro beijo aconteceu porque tinha acabado de me mudar de cidade e queria me enturmar com as minhas novas – e únicas amigas – que já tinham dado os seus respectivos first kiss de língua. Pra não ficar de fora da turma, menti que já tinha beijado 3 (ousada) na minha outra cidade, mas na verdade estava muito ocupada subindo árvores, comendo goiaba com bicho e brincando de guerra de cocô de vaca na fazenda (uiiii, que porca ela). Para resolver a situação beijei logo um loirinho que morava no prédio da minha nova – e quase única – amiga. Detalhe: ele já tinha beijado ela também. Na época não tinha whatsapp, então a gente gastava o tempo vivendo, beijando, essas coisas que não fazemos mais porque estamos muito entretidos com os nossos grupos e áudios. Foi tudo planejado. Treinei algumas vezes no espelho da penteadeira da minha mãe antes. Tentava limpar o melado da baba pra não deixar rastros. Experimentei a técnica do gelo e da laranja também. Todas devidamente pesquisadas no “Cadê?” ou na revista teen mais próxima. Rolou no play do prédio daquela amiga. Ele me pediu em namoro no mesmo dia e eu aceitei. Foram 14 dias de namoro que terminou porque o loirinho-malandro beijou uma outra – e quase única – amiga, pedindo ela em namoro já na sequência. Bobo nada. Terminamos por telefone. Fingi que não me importava por estar sendo trocada, da mesma forma que a gente costuma fingir as coisas quando quer se proteger: botando uma muralha da China entre a gente e o mundo e gritando lá do alto tá tudo bem! Mas lembro até hoje dessa ligação. Ali se formava a minha primeira frustração amorosa. Pausa dramática. O namoro deles não durou. Minha amizade com elas também não. Ainda bem, porque amiga que é amiga faz guerra de cocô de vaca comigo (só tem que ser seco. uiiii). Mas a ferida a gente guarda e carrega, como aquele pacote de chiclets esquecido dentro da bolsa.

A primeira vez foi com um cara que já tinha namorado uma ex amiga.

Fui uma vaca, mas estava apaixonada. Ele também foi uma vaca, mas só queria me comer. Eu queria um amor, ele uma gozada. Vai controlar os hormônios de uma adolescente com ovários policísticos e de um adolescente que não pode ver um buraco no chão e já fica "mexido"? Foda. Sofri em todas essas vezes e outras incontáveis. Por me machucar, machucar o outro ou por ser machucada. Aí percebi que poderia continuar repetindo os padrões da frustração ou poderia criar coragem para abrir a bolsa e mexer naquele chiclets esquecido lá no fundo.  O problema é que ele já tinha derretido e melado tudo, então ou eu jogava fora a bolsa ou eu limpava. Como no caso a bolsa sou eu e eu não tem troca, aqui estou, desgrudando pedaços de chiclets até hoje. Assumindo a minha responsabilidade quanto a isso. Todo dia um novo pedaço. Todo dia, tudo de novo, mas sempre diferente. HOJE, como eu posso fazer diferente? Aí a gente abre a porta e pode não ter a bicicleta, mas o Gorila tá ali, sorrindo pra você. bebes-da-parmalat-gorila
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – A sua primeira vez
18 de setembro de 2015 at 02:45 0
Foi no meio da semana, com o ex namorado da ex amiga. Ela achou estranho. Não tinha nada a ver com as cenas de novela ou dos filmes que já tinha assistido. Imaginava um clima diferente, um ritmo diferente. Nada de preliminares. Na época, ela nem sabia que isso era importante. Nem ele. Talvez ele não saiba até hoje. Nada de natural, poético, nada de romântico. Tiraram a roupa, ele colocou a camisinha, forçou um pouquinho e entrou. A camisinha rasgou. Ele não sabia o lado certo. Ela então...O maior contato que tinha tido com uma camisinha tinha sido para fazer balão e jogar pro alto na micareta. Mas ela nunca gostou de micareta nem de balão de camisinha (não entendia qual a graça de deixar a mão toda melada) então é bem provável que essa tenha sido a primeira vez que entrou em contato com uma. Abriu o segundo pacote de três que ele tinha levado. Como é que faz?

Mais parecia que ela estava tentando passar uma fase difícil do videogame.

Como na época em que jogava The Sims todos os dias depois da escola. Achava macetes em fóruns na internet de como ganhar dinheiro rápido e se divertia colocando seu personagem para namorar. Um dia descobriu como tirar a tarja que cobria os corpos nus dos bonecos do jogo. Passou horas abafando o riso vendo o namoro na banheira sem tarja enquanto deveria estar estudando para a prova do dia seguinte. t   A 2a camisinha escapou e ela começou a rir. Só tinham mais uma. Abriram juntos. Qual o lado certo mesmo? Tenta esse. Doeu um pouco e ela ria mais pra ele não perceber que estava muito nervosa. Dois corpos se batendo, desritmados. Dentro da cabeça dela, era tudo uma brincadeira de gente grande. A dor se misturava com cócegas, então ela ria ainda mais enquanto se perguntava “por que as pessoas nos filmes não riem?”. Lembrou da época em que entrava com a melhor amiga num chat online. Ela acha que era do Uol, mas pode ser que fosse do Bol ou IG, já não tem certeza. Iam de bicicleta até o Mc Donalds, compravam no delivery um Mc Cheddar e enquanto comiam seus sanduíches, usavam o codinome gatinha_1234 pra seduzir sabe-se-lá quem estava do outro lado. Entre batatinhas fritas frias e murchas com ketchup, convidavam o parceiro para fazer sexo virtual. Se o cara topava, fechavam a conversa o mais rápido possível e riam muito daquilo tudo. Ela não sabia se deixava os olhos abertos ou fechados. Uma vez viu num filme um personagem criticando o outro por fazer sexo de olho fechado. Melhor deixar aberto. Ele também não sabia pra onde olhar. Não devia ter visto esse filme.

Percebeu que aquele era o primeiro contato com um pinto de verdade.

Procurou a tarja do The Sims. Não precisava mais de macete nem fórum secreto. Ela embaixo e ele em cima. Depois ela em cima e ele embaixo. Descobriu que não gosta de ficar em cima.  Deixa o trabalho pra ele. Ninguém gozou. Talvez ele tenha gozado, mas ela não se lembra. Ela sangrou quase nada e ele não pode balançar o lençol com a mancha de sangue na janela. Na mesma noite se encontraram e fizeram de novo. Ela riu menos, olhos sempre abertos e alguns gemidos para preencher o silêncio. Continuavam sem saber pra que lado desenrolar a camisinha. Mas dessa vez ele levou extra packs, só pra garantir.   Eles não sabiam, mas já tinham aprendido.  camisinha
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#Maicaquices, News
#CanalDoMaicon – O primeiro par de chifres a gente nunca esquece!
11 de junho de 2015 at 23:16 0
VÍDEO ESPECIAL PRO DIA DOS NAMORADOS! Como minha mãe soube que eu era gay? Como foi que eu levei meu primeiro par de chifres? (esse a gente nunca esquece HAHAHA) Quem é a mulher peixe? Tudo isso você vai descobrir agora! No Globo Reporter? Não, no meu vídeo novo no YouTube! :) haha Não se esqueça de INSCREVER-SE NO CANAL! Ajuda muito no crescimento dele! https://www.youtube.com/watch?v=0SqykCJMKH4 ~ envie um vídeo com sua pergunta pro #TioMaiconResponde pro email canaldomaicon@gmail.com Beijos! ;)
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