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paixão

Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Um vício chamado Paixão!
1 de dezembro de 2015 at 18:51 0

Tô Apaixonada!

Nada, nada, NA-DA nos deixa tão felizes e dispostos como quando estamos apaixonados – e correspondidos, obviamente, do contrário teríamos o desejo de uma morte rápida e fulminante. Quando nos encontramos nesse estado de plenitude o céu é mais azul, a vida é mais colorida, o canto dos pássaros é mais bonito e foda-se o cheque especial, a derrota do seu time, o dedo que você cortou abrindo a lata e que ainda continua sangrando porque o que interessa é que eu te amo e com você meu mundo fica completo! (Suspiros! Muitos suspiros!!). Realmente, inegavelmente e indubitavelmente é a mais delícia das delícias! É mais gostoso que sorvete de chocolate, cerveja gelada e brisa de verão. Mas – convenhamos -, que acompanhada dessa sensação de completude está o chão que insiste em sumir debaixo dos nossos pés e o medo de cair num buraco negro sem fim caso esse história de amor acabe tão logo começou. A paixão é toda capaz de tirar nossa paz e o ar dos nossos pulmões sem nos colocar nada no lugar. Seja por medo de perder a pessoa amada ou seja por pura saudade mesmo, porque, numa hora dessas tudo o que queremos é estar 25 horas por dia colados com o ser amado, respirando o mesmo ar, vendo o mesmo céu, sentindo a mesma temperatura e ai, desse universo tão cruel que ousa nos separar ainda que seja por algumas horas. A sensação é de morte eminente. Mas calma! Isso acontece com todo mundo e é cientificamente explicado. Esse estado de paixão absoluta altera nossos hormônios por completo a ponto de nos deixar em estado de abstinência quando estamos longe da pessoa, como na ausência de uma droga pra um dependente químico. Acha exagero? Antes fosse. O estado da paixão está bem ali, metida entre os vícios e os transtornos obsessivos. Acho que a partir de agora você vai pensar duas vezes antes de se entregar à uma tórrida, inebriante e avassaladora paixão. Só que não. Tem coisa melhor nessa vida do que se ver completamente apaixonado e correspondido? Não, não tem. E sim, somos que nem o louco do tarô nesse momento, com nosso pezinho fora do abismo nos colocando à disposição de todos os riscos recorrentes dessa delícia.

Se não acredita, dá uma olhadinho no que eu falo no vídeo! rs

Let´s falling in love!!!

E depois, se inscreva no canal! Porque é de graça e faz bem, igual paixão! <3
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Vamos falar de tipos de pintos?
11 de novembro de 2015 at 11:33 0

Sejamos francos, sempre que conhecemos alguém interessante ficamos na expectativa do sexo. Se vai ser bom, se o cheiro da pessoa é gostoso, se a pessoa sabe fazer aquilo naquela posição que você tanto gosta, se a pessoa tem frescuras e limites ou topa coisas novas, se a pessoa vai fazer algo com você que ninguém nunca foi capaz de fazer, etecetera, etecetera, etecetera. E lógico, sem sombra de dúvida, nossa cabecinha cheia de sugestões irá imaginar como deve ser a parte íntima do eleito. Quem nunca? Quem nunca se pegou examinando por cima da roupa os peitos de uma gata e imaginando qual a sensação que deve ser ter aqueles peitos bonitos nas mãos? Quem nunca se pegou manjando rola de um moçoilo, desenhando mentalmente como seu membro deve ficar quando ereto? Se ele envereda pra um lado, se é circuncisado ou não, qual seu tamanho e dimensão e que tipo de performances ele pode ser capaz de fazer. E a vizinha, será que tem grandes lábios carnudos? É humano passear mentalmente por dentro das roupas da pessoa a quem dedicamos nosso desejo carnal, somos feitos de carne e osso e temos sangue latino correndo nas veias. E depois que descobrimos todas as formas corporais e performáticas do nosso alvo sexual é normal dar – pelo menos – um pequeno spoiler à uma amiga, um amigo, dois talvez, dependendo da intimidade até numa roda inteira de amigos. Afinal, que graça teria guardar tudo pra gente? Com a mais absoluta certeza nosso eleitorado também imagina coisas infinitas acerca do nosso corpo e dos nossos talentos amorosos e, obviamente, também divide suas impressões com os amigos íntimos. E sabe-se lá quantos amigos íntimos essa pessoa tem.

Fiquem tranquilos meninos, não estamos aqui pra falar mal de nenhum tipo de pinto e muito menos pra traumatizar quem quer que seja, são apenas pequenas observações sobre o corpinho de vocês, que nós, mulheres apaixonadas por vocês, e os gays também apaixonados por vocês, adoramos! Espero que gostem, se divirtam e, claro, se identifiquem com algum dos formatos citados aqui. Depois me conta qual tipo é o seu.

Aproveita e clica nesse vídeo que eu fiz sobre "Tipos de Pinto"!

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Desculpas para não ter uma carreira de sucesso
11 de setembro de 2015 at 15:20 0
Estou há dois dias tentando escrever um texto e nada, absolutamente nada acontece. Fiquei muito tempo encarando o arquivo em branco do Word. Dentro de mim, apenas sono. Vou escrever sobre ter sono. Not. Resolvi relaxar e assistir alguma coisa pra ter uma ideia genial. Dizem os que os maiores insights vem do estado de relaxamento, o famoso ócio criativo. Fui pro Netflix e comecei a assistir uma seleção de palestras do TEDex.  A primeira era de um cara que eu não sei o nome falando sobre desculpas que você dá pra não ter uma carreira de sucesso.

É muito difícil. Isso não dá dinheiro.

Dentre outras desculpas, mas essas foram as que ficaram ecoando na minha cabeça. Lembrei da minha conta no banco esse mês. É MUITO DIFÍCIL . ISSO NÃO DÁ DINHEIRO. Ecos. Ecos do personagem de desenho animado que grita no desfiladeiro. O cara argumenta que enquanto nos enganamos com esses argumentos, construímos uma carreira regular, com um chefe chato, recebendo menos do que gostaríamos, reclamando do trabalho, odiando segunda feira, ficando deprimido no domingo, estragando nosso corpo durante a fase que ele é mais saudável, pra gastar em remédios quando ele estiver no fim da linha e vendendo nossas almas para um sistema que a gente nem sabe se acredita (essa parte não foi ele que disse, fui eu) Fim da palestra, nada de insght. Resolvi dormir. Vai que eu tenho um sonho incrível e acordo com uma super ideia. Durante o sono, o nosso inconsciente troca ideia com o consciente. Amiguinhos. Já durante o dia cada um fica na sua. Tenho certeza que o meu inconsciente tem um monte de cartas na manga de assuntos geniais pra escrever, mas nessa noite ele resolveu se fazer de difícil. Acordei de um sonho perturbado que eu esqueci logo quando abri os olhos. A única coisa que lembro era da presença de um homem. Moreno. Gostoso. Dio, to carente.

Tá difícil. O cara da palestra me encara. Quem disse que seria fácil?

quico3 Preciso fumar um baseado. Tenho brownie de maconha congelado no freezer. Vou comer e não contar pra ninguém que comi, só pra ver o que vai acontecer. Eu já posso ter comido, estou chapada, escrevendo nada com nada e você não sabe. Na verdade isso tudo pode ser apenas um sonho. Tá escrito em todo livro espiritual. Isso é apenas um sonho, baby. Penso no cara da palestra de novo. Se eu fizesse o que eu amo não estaria morrendo pra escrever um texto, precisando de brownie de maconha ou recorrendo a argumento de livros espirituais. Entro em crise. Há algum tempo venho querendo escrever sobre como tudo o que eu escrevo é estúpido. Quero queimar todos os textos numa fogueira e começar um curso de plantação de orquídeas. Mas continuo escrevendo. E sabe por que? Por que recebo quase que diariamente, o retorno de diversas pessoas das mais aleatórias possíveis, que lêem, gostam, se divertem, riem, refletem com os meus textos. Mesmo quando escrevo sobre nada. Como hoje. E mesmo quando uso um texto sobre nada para falar que esse texto é pra você. Dá pra ver o mel escorrendo pela tela ou a seda sendo rasgada. Você pode escolher a imagem que preferir. Fico em dúvida sobre qual imagem o cara da palestra escolheria. quico2 Não sei quem é você, nem o que você faz da vida, mas continue – OU COMECE – a fazer aquilo que te faz bem e tem algum sentido. Seja movido pela paixão, esse é o único caminho para uma carreira de sucesso (isso não é meu, é do cara da palestra). Não tenho dúvidas que existem pessoas que fazem o que não gostam e tenham carreiras de sucesso. Mas já pensou como deve ser ter muito dinheiro, mas ser bizarramente infeliz? Conheço alguns. Adianta? Realização de fazer algo que tenha sentido pra você é maior do que muitos outros objetivos. Ela não paga a conta do aluguel, mas paga a conta do seu bem estar. Uma hora o dinheiro vem, ou não, e aí a gente refaz os planos com aquela sensação do “eu tentei”. Eu continuo. Escrevendo, atuando, comendo, fazendo coco (até que meu intestino diga o contrário). Uma hora tudo muda, tudo acaba e aí fim. Sua conta no banco continua lá, a casa e o carro do ano também, mas você já foi embora. Obrigada cara da palestra. Obrigada você, que continua lendo. kicobeijo
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