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namoro

#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Tudo Bem? Not
26 de novembro de 2015 at 23:30 0
Tudo bem?Não está tudo bem. Mas a gente diz que sim, obrigada por perguntar. Essa noite eu sonhei com meu ex. Sonhei que a gente voltava a ficar juntos. Acordei mexida. Queria mandar uma mensagem pra ele mas não podia. Não pode, porque mandar uma mensagem pro seu ex é manifestar fraqueza e a gente aprende que ser fraco é ruim. Bom é ser da turma dos fortes, bombar na academia, fazer omelete de claras e dar surra nos fracos. Andando na rua, você encontra aquela pessoa que tem no Facebook, mas é que agora você está muito corrido pra parar a sua vida pra ter uma conversa de verdade (em tempos de whatsapp, me manda um áudio). Pra escapar do encontro, você primeiro olha pro lado oposto, fazendo a(o) distraída(o). Pra parecer natural, subitamente a vitrine ao seu lado ficou TÃO INTERESSANTE e ah! o celular deixa eu ver aqui o meu celular, que horas são? será que eu recebi uma nova mensagem muito importante? um novo like? Ó grande celular, salvador dos encontros não desejáveis. Mas agora já era, vocês tentaram tanto não se ver, que se viram. Oi!Tudo bem? Tudo querida(o) e você? - Aqui não sabemos identificar quem está forçando mais um sorriso. Tudo também. mas e aí, como estão as coisas (?!) tudo bem? - Vocês começam a se repetir no desespero. Tudo, tudo sim. E você? Tudo bem também? Tudo... Ah, que bom... - As coisas começam a ficar tensas. Bom, aham.... É, muito bom. - Repetitivos. Ah, legal. Legal né. - Ô... É… (silêncio constrangedor) Bom te ver. - Finalmente alguém tomou coragem! Também. Ufa! E aí cada um volta a correr atrás da sua vida corrida e muito importante. Um momento que poderia ter sido resolvido se nos permitíssemos ser mais fracos e honestos com um "oi, vamos continuar sendo só amigos no Facebook, ok? Não quero saber se tá tudo bem com você, minha vida é muito importante e corrida". Mas não. Nós somos fortes. Nós não mandamos mensagens para ex namorados e nós perdemos nosso tão precioso tempo perguntando se está tudo bem para pessoas que não queremos saber se está tudo bem. Somos fodas. Sorrimos por fora enquanto desabamos por dentro. Yay! Fui lembrando do sonho com o ex em partes, enquanto comia banana com chia e tomava café. Numa mordida, bum, apareceu um trechinho. Entre uma mastigada e um gole de café, outro trecho. Daqueles sonhos nebulosos que vão te dando pequenas dicas e que você sabe que está ali inteiro, pronto pra revelar tudo, mas parece uma criança sapeca brincando de esconde-esconde enquanto te fode todo pra revelar o resto. Eu estou ótima! Me acabei de correr pra ver se passava, não passou. Suada e cheia de areia, quase chorei com meu treinador. Fiz mil abdominais. Continuou lá. Não está tudo bem. Esses dias eu e o ex nos encontramos na rua. Ele dava um passo pra frente e eu dava um passo pra trás, completamente desconfortável. Não somos amigos no Facebook e não trocamos áudios pelo whatsapp. Pra onde será que foi aquela atmosfera relaxada da intimidade de 4 anos de relacionamento? Se mudou pra outro país, entrou no modo avião e não me avisou. Hello stranger, tudo bem? Perguntei sobre tudo o que eu não queria saber.  Como está a faculdade? Não quero saber. Está fazendo psicanálise? Não quero saber. E a reforma do seu quarto, terminou? Foda-se. Cheguei em casa me gabando: encontrei meu ex e tá tudo bem. Fiz a bombada da academia, comendo batata doce com pasta de amendoim de pré treino. Mas a fraqueza também é uma força. A vulnerabilidade chegou como um furacão, descarrilhou meu trem e não deixou nada bem. Enquanto perguntava se estava tudo bem e todas aquelas perguntas superficiais que eu de fato não queria saber, eu tinha tantas outras coisas pra falar. E é isso que fazemos na vida. Queremos dizer várias outras coisas, mas dizemos que está tudo bem. Porque é mais fácil fingir que somos fortes.  Mesmo que depois a gente pague a conta. Mandei uma mensagem pro meu ex e disse tudo aqui o que realmente tinha vontade de dizer. Fui fraca, vulnerável, idiota, o que você preferir. Mas aí ficou tudo bem.
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Gorila do amor
13 de novembro de 2015 at 23:38 0
A Disney faz muito bem o papel de alimentar o conto de fadas no nosso imaginário do amor. A gente espera o homem ideal, o beijo que encaixa, o sexo de cinema e aí vem a vida,  joga uma bomba de merda no seu castelo encantado e faz muito bem o papel de te dar o choque de realidade necessário enquanto te diz lide com isso bitch, ninguém disse que seria fácil. Minhas primeiras experiências amorosas foram como quando aquela criança toda empolgada abria a porta dos desesperados do Sérgio Mallandro na expectativa de ganhar a bicicleta, mas aparecia o gorila – UM TERROR. porta O primeiro beijo aconteceu porque tinha acabado de me mudar de cidade e queria me enturmar com as minhas novas – e únicas amigas – que já tinham dado os seus respectivos first kiss de língua. Pra não ficar de fora da turma, menti que já tinha beijado 3 (ousada) na minha outra cidade, mas na verdade estava muito ocupada subindo árvores, comendo goiaba com bicho e brincando de guerra de cocô de vaca na fazenda (uiiii, que porca ela). Para resolver a situação beijei logo um loirinho que morava no prédio da minha nova – e quase única – amiga. Detalhe: ele já tinha beijado ela também. Na época não tinha whatsapp, então a gente gastava o tempo vivendo, beijando, essas coisas que não fazemos mais porque estamos muito entretidos com os nossos grupos e áudios. Foi tudo planejado. Treinei algumas vezes no espelho da penteadeira da minha mãe antes. Tentava limpar o melado da baba pra não deixar rastros. Experimentei a técnica do gelo e da laranja também. Todas devidamente pesquisadas no “Cadê?” ou na revista teen mais próxima. Rolou no play do prédio daquela amiga. Ele me pediu em namoro no mesmo dia e eu aceitei. Foram 14 dias de namoro que terminou porque o loirinho-malandro beijou uma outra – e quase única – amiga, pedindo ela em namoro já na sequência. Bobo nada. Terminamos por telefone. Fingi que não me importava por estar sendo trocada, da mesma forma que a gente costuma fingir as coisas quando quer se proteger: botando uma muralha da China entre a gente e o mundo e gritando lá do alto tá tudo bem! Mas lembro até hoje dessa ligação. Ali se formava a minha primeira frustração amorosa. Pausa dramática. O namoro deles não durou. Minha amizade com elas também não. Ainda bem, porque amiga que é amiga faz guerra de cocô de vaca comigo (só tem que ser seco. uiiii). Mas a ferida a gente guarda e carrega, como aquele pacote de chiclets esquecido dentro da bolsa.

A primeira vez foi com um cara que já tinha namorado uma ex amiga.

Fui uma vaca, mas estava apaixonada. Ele também foi uma vaca, mas só queria me comer. Eu queria um amor, ele uma gozada. Vai controlar os hormônios de uma adolescente com ovários policísticos e de um adolescente que não pode ver um buraco no chão e já fica "mexido"? Foda. Sofri em todas essas vezes e outras incontáveis. Por me machucar, machucar o outro ou por ser machucada. Aí percebi que poderia continuar repetindo os padrões da frustração ou poderia criar coragem para abrir a bolsa e mexer naquele chiclets esquecido lá no fundo.  O problema é que ele já tinha derretido e melado tudo, então ou eu jogava fora a bolsa ou eu limpava. Como no caso a bolsa sou eu e eu não tem troca, aqui estou, desgrudando pedaços de chiclets até hoje. Assumindo a minha responsabilidade quanto a isso. Todo dia um novo pedaço. Todo dia, tudo de novo, mas sempre diferente. HOJE, como eu posso fazer diferente? Aí a gente abre a porta e pode não ter a bicicleta, mas o Gorila tá ali, sorrindo pra você. bebes-da-parmalat-gorila
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – A atual do Ex.
25 de outubro de 2015 at 23:00 0

O que fazer quando descobrimos que nosso ex-namorado, com o qual rompemos há muito pouco tempo, já está de namorada nova?novadoex

Ainda nem nos recuperamos da saudade, da dor, da tristeza e o danado já está lá, num novo romance, gritando aos quatro ventos a sua paixão, postando fotos românticas, fazendo declarações públicas, dilacerando ainda mais nosso coração – como se fosse preciso. No mínimo vamos nos sentir a última das abandonadas, das preteridas, das rejeitadas. Vamos querer saber tudo a respeito dessa nova criatura que agora ocupa o lugar que outrora nos pertencia, vamos nos castigar, nos culpar e, muitas vezes, até nos humilhar. Vamos chorar todas as noites até pegar no sono. A vida vai ficar cinza, vamos perder o apetite e emagrecer uns 18 quilos – porque tudo tem seu lado bom – e, teremos a mais absoluta certeza de que jamais iremos nos apaixonar novamente. Mas ai, minha gente, quando menos esperarmos, vamos tropeçar com alguém na rua e vamos nos apaixonar novamente e começar tudo novo de novo. E a nova pessoa que agora ocupa esse lugar exclusivo de namorado, algum dia também já namorou outra pessoa, que nesse exato momento poderá estar se descabelando por ele da mesma forma que nós nos descabelamos pelo ex.

exxxA vida é ou não é uma roda gigante? Uma hora embaixo, outra hora em cima, outra embaixo, outra em cima e assim essa roda vai girar pra todo sempre. Não sabemos o dia de amanhã, mas uma coisa é certa: ex-namorado é quem nem vestido, um dia você olha uma foto antiga e não acredita que um dia teve coragem de sair com aquilo!

Veja o vídeo e diga se você concorda comigo!

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – A sua primeira vez
18 de setembro de 2015 at 02:45 0
Foi no meio da semana, com o ex namorado da ex amiga. Ela achou estranho. Não tinha nada a ver com as cenas de novela ou dos filmes que já tinha assistido. Imaginava um clima diferente, um ritmo diferente. Nada de preliminares. Na época, ela nem sabia que isso era importante. Nem ele. Talvez ele não saiba até hoje. Nada de natural, poético, nada de romântico. Tiraram a roupa, ele colocou a camisinha, forçou um pouquinho e entrou. A camisinha rasgou. Ele não sabia o lado certo. Ela então...O maior contato que tinha tido com uma camisinha tinha sido para fazer balão e jogar pro alto na micareta. Mas ela nunca gostou de micareta nem de balão de camisinha (não entendia qual a graça de deixar a mão toda melada) então é bem provável que essa tenha sido a primeira vez que entrou em contato com uma. Abriu o segundo pacote de três que ele tinha levado. Como é que faz?

Mais parecia que ela estava tentando passar uma fase difícil do videogame.

Como na época em que jogava The Sims todos os dias depois da escola. Achava macetes em fóruns na internet de como ganhar dinheiro rápido e se divertia colocando seu personagem para namorar. Um dia descobriu como tirar a tarja que cobria os corpos nus dos bonecos do jogo. Passou horas abafando o riso vendo o namoro na banheira sem tarja enquanto deveria estar estudando para a prova do dia seguinte. t   A 2a camisinha escapou e ela começou a rir. Só tinham mais uma. Abriram juntos. Qual o lado certo mesmo? Tenta esse. Doeu um pouco e ela ria mais pra ele não perceber que estava muito nervosa. Dois corpos se batendo, desritmados. Dentro da cabeça dela, era tudo uma brincadeira de gente grande. A dor se misturava com cócegas, então ela ria ainda mais enquanto se perguntava “por que as pessoas nos filmes não riem?”. Lembrou da época em que entrava com a melhor amiga num chat online. Ela acha que era do Uol, mas pode ser que fosse do Bol ou IG, já não tem certeza. Iam de bicicleta até o Mc Donalds, compravam no delivery um Mc Cheddar e enquanto comiam seus sanduíches, usavam o codinome gatinha_1234 pra seduzir sabe-se-lá quem estava do outro lado. Entre batatinhas fritas frias e murchas com ketchup, convidavam o parceiro para fazer sexo virtual. Se o cara topava, fechavam a conversa o mais rápido possível e riam muito daquilo tudo. Ela não sabia se deixava os olhos abertos ou fechados. Uma vez viu num filme um personagem criticando o outro por fazer sexo de olho fechado. Melhor deixar aberto. Ele também não sabia pra onde olhar. Não devia ter visto esse filme.

Percebeu que aquele era o primeiro contato com um pinto de verdade.

Procurou a tarja do The Sims. Não precisava mais de macete nem fórum secreto. Ela embaixo e ele em cima. Depois ela em cima e ele embaixo. Descobriu que não gosta de ficar em cima.  Deixa o trabalho pra ele. Ninguém gozou. Talvez ele tenha gozado, mas ela não se lembra. Ela sangrou quase nada e ele não pode balançar o lençol com a mancha de sangue na janela. Na mesma noite se encontraram e fizeram de novo. Ela riu menos, olhos sempre abertos e alguns gemidos para preencher o silêncio. Continuavam sem saber pra que lado desenrolar a camisinha. Mas dessa vez ele levou extra packs, só pra garantir.   Eles não sabiam, mas já tinham aprendido.  camisinha
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Tapando o luto do término com a peneira
27 de agosto de 2015 at 14:49 1
Desde que terminei meu último namoro, sai como louca atrás de alguém para tapar o buraco do luto que tomou conta de mim. Dizem que a dor do luto do término é pior que a dor do luto da morte, porque quando terminamos um relacionamento, a pessoa morre apenas pra você. Ela continua lá, bem viva, existindo todos os dias, estudando, trabalhando, pegando o ônibus e sendo feliz – por mais doloroso que seja - sem estar ao seu lado. Ver o meu ex com uma outra pessoa depois de apenas 3 semanas que terminamos também ajudou nesse processo desorientado. Sempre fui muito competitiva. Se ele superou tão rápido, porque eu não posso superar também? Ainda não tinha entendido que ver o seu ex com outra não significa necessariamente que ele superou o término de vocês. hebe-coracao Assumi o discurso “agora estou pronta para abrir um novo ciclo”, enquanto que lá no fundo, estava desesperada pra fazer sumir aquela sensação de desamparo. Tentei de tudo. Tinder, me acabar na noite e até andar na rua procurando um novo amor (acredite, isso aconteceu). A cada novo encontro, o primeiro pensamento era “será que esse é o meu novo amor?”. Já começava a criar diversas situações na minha cabeça sobre como seria se a gente namorasse ao invés de estar ali, presente, descobrindo e experimentando as mil possibilidades que podem se abrir – ou não - num encontro.

Todas as tentativas foram frustradas, porque na verdade, eu não estava pronta porcaria nenhuma pra um novo ciclo.

Ainda estava de luto e não respeitei esse momento. Tentei ignorar, tapando ele com tudo o que era capaz. Mas sabemos que por mais que a gente esconda a poeira debaixo do tapete, ela continua lá, muito paciente, sem pressa nenhuma, só esperando chegar o dia em que você vai lidar com ela. Nas minhas aventuras por um novo amor, esbarrei com outras pessoas exatamente na mesma situação que eu e é claro que a coisa não funcionava. Era tudo muito intenso. Um tentando tapar o buraco emocional do outro, pulando todas as etapas numa ansiedade sufocadora que assim como começava, acabava. Mais rápido que fogo de palha. dilma-coracao

Em Outubro vai fazer um ano que terminei meu namoro e hoje não tenho mais vergonha em dizer que sim, ainda estou nas reminiscências de um luto.

Logo quando terminou, cheguei a pesquisar na internet quanto tempo que essa sensação bizarra poderia durar. Achei vários artigos que davam prazos diferentes de 2 meses a dois anos. Procurava um dado científico pra dar um prazo, um fim, para aquilo que não tem resposta certa. O tempo necessário é o meu, o seu e é como bunda, cada um tem a sua. Só você vai poder descobrir o tipo de experiências que precisa passar para cicatrizar e aliviar tudo isso. Dói né? Faz parte. xuxa-coracao O meu último acontecimento intenso e frustrado me mostrou uma coisa muito boa. Desde que me tornei solteira, em nenhum momento aprendi a me amar, pura e simplesmente, no sentido mais piegas mesmo. Amar minha cia, ser independente, cuidar de mim. Me vi despedaçada, tentando achar alguém e colocar toda a responsabilidade nesse outro pra me fazer feliz. Se ainda não tinha cuidado do meu jardim, como poderia querer atrair as borboletas? Resolvi arregaçar as mangas e focar em mim. Isso não quer dizer que eu não tenha recaídas. Quando menos perceber posso muito bem estar novamente carente e desesperada colocando a responsabilidade do meu bem estar no outro. Mas agora, nesse exato momento o foco sou eu. As borboletas eu já nem penso. Se vierem, venham sem pressa. To gostando cada vez mais desse jardim que está florescendo aqui dentro. silvio-santos-coracao
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Pé na bunda!
5 de agosto de 2015 at 18:51 0

Antes levar um pé na bunda doesse na bunda. Pé na bunda dói, não na bunda, mas no coração.

Dói no coração, na alma, na rotina, na vida e no mundo inteiro. A cama fica grande demais, o dia fica cinza, o mundo perde a graça e sorrir chega a ser doloroso. Pé na bunda não manda aviso prévio, nem carta de despejo com prazo para realocação. Ele vem do nada, do dia pra noite, quando menos esperamos, acaba com nossos planos de viagem pras próximas férias, põe fim aos domingos chuvosos de pipoca e filme na televisão e esvazia o potinho das escovas de dentes. Nossa autoestima vai por água abaixo, o ar não entra nos pulmões, o chão teima em fugir dos nossos pés e temos a impressão de que vamos desfalecer a qualquer momento. A sensação é de um vácuo eterno. E é sempre nessas horas que aquela música que simbolizava nosso romance volta a bombar nas rádios, nos obrigando a sentir o vazio. Dói. Né?! Mas – como um sórdido consolo - sabemos que todo mundo já levou um. E, talvez, em algum momento, também já fomos autores desse pé. Como disse certa vez uma pessoa que levou um pezinho meu: “Finge que a sua tristeza é um gato muito peludo. Coloca ela no seu colo, acaricia da cabeça até a pontinha do rabo, curte, deixa reverberar. Uma hora ela passa. Uma hora ela tem que ir embora.” Não dá pra fingir que a dor não existe, tem que sentir até o fim. E quando a gente menos espera, do mesmo jeito inadvertido que ela veio, ela se vai. E a gente sobrevive."

Agora, antes que você chore lembrando do seu ex, se joga no vídeo e se divirta com o tutorial para levar um pé na bunda!

https://www.youtube.com/watch?v=2HecPR9NBJc  
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