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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Vamos falar de tipos de pintos?
11 de novembro de 2015 at 11:33 0

Sejamos francos, sempre que conhecemos alguém interessante ficamos na expectativa do sexo. Se vai ser bom, se o cheiro da pessoa é gostoso, se a pessoa sabe fazer aquilo naquela posição que você tanto gosta, se a pessoa tem frescuras e limites ou topa coisas novas, se a pessoa vai fazer algo com você que ninguém nunca foi capaz de fazer, etecetera, etecetera, etecetera. E lógico, sem sombra de dúvida, nossa cabecinha cheia de sugestões irá imaginar como deve ser a parte íntima do eleito. Quem nunca? Quem nunca se pegou examinando por cima da roupa os peitos de uma gata e imaginando qual a sensação que deve ser ter aqueles peitos bonitos nas mãos? Quem nunca se pegou manjando rola de um moçoilo, desenhando mentalmente como seu membro deve ficar quando ereto? Se ele envereda pra um lado, se é circuncisado ou não, qual seu tamanho e dimensão e que tipo de performances ele pode ser capaz de fazer. E a vizinha, será que tem grandes lábios carnudos? É humano passear mentalmente por dentro das roupas da pessoa a quem dedicamos nosso desejo carnal, somos feitos de carne e osso e temos sangue latino correndo nas veias. E depois que descobrimos todas as formas corporais e performáticas do nosso alvo sexual é normal dar – pelo menos – um pequeno spoiler à uma amiga, um amigo, dois talvez, dependendo da intimidade até numa roda inteira de amigos. Afinal, que graça teria guardar tudo pra gente? Com a mais absoluta certeza nosso eleitorado também imagina coisas infinitas acerca do nosso corpo e dos nossos talentos amorosos e, obviamente, também divide suas impressões com os amigos íntimos. E sabe-se lá quantos amigos íntimos essa pessoa tem.

Fiquem tranquilos meninos, não estamos aqui pra falar mal de nenhum tipo de pinto e muito menos pra traumatizar quem quer que seja, são apenas pequenas observações sobre o corpinho de vocês, que nós, mulheres apaixonadas por vocês, e os gays também apaixonados por vocês, adoramos! Espero que gostem, se divirtam e, claro, se identifiquem com algum dos formatos citados aqui. Depois me conta qual tipo é o seu.

Aproveita e clica nesse vídeo que eu fiz sobre "Tipos de Pinto"!

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Nova coluna do blog por Lola Claure!
30 de abril de 2015 at 23:53 5

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Mais uma colaboradora entrou pro nosso time! Agora, todas as quintas, teremos o #TudãoDaLola!

@LolaClaure é roteirista, produtora e atriz e vai trazer aqui, como o nome da coluna diz, um pouco de tudo! Pra conhecer um pouco mais sobre a Lola, dá uma olhada na série "Acabou o Amor" no YouTube, que ela escreve e atua! Linda, inteligente e simpática.. Você também vai amar a Lola!

#TudãoDaLola

Quarta-feira, 21h47

Eu não sei o que eu estou fazendo aqui. Quer dizer, sei muito bem. Combinei que começaria uma coluna no blog do Maicon Santini toda quinta-feira. Essa é a minha primeira semana e deixei pra escrever o post na última hora. Como tudo na minha vida, nunca fui da turma que faz as coisas com tempo. Se você é do tipo organizado que fazia os trabalhos da faculdade com tranquilidade, desculpa, mas pra mim você é um E.T. O prazo é daqui um mês, então daqui a 29 dias e mais um pouco eu começo a pensar em fazer. Como aquele gol dos últimos minutos do segundo tempo. Com emoção, por favor.

20h00 Voltando pra casa, minha cabeça começa a criar todos os motivos possíveis pra não escrever hoje e deixar pra depois. “É a primeira vez, você pode falar com ele pra adiarem pra próxima semana o lançamento”. “Você não teve nenhuma ideia genial de pauta, ele não vai se importar”. “Ah, relaxa, você tá tão cansada, teve um dia muito cheio, vai descansar, vai”.

Se dentro da minha cabeça tivesse uma pessoa, ela seria uma dona de casa solitária chamada Selma, daquelas que passa o dia todo sozinha com a TV ligada, pra fazer companhia, e quer muito conversar, assar um bolo com passas enquanto assiste Vale a Pena Ver de Novo.  

20h30 Chego em casa, abro o computador, olho pra tela em branco e ao invés de escrever, resolvo fazer tudo o que realmente não precisava fazer agora. Daqui a pouco eu escrevo. Sabe quando você tem que fazer alguma coisa, mas não tem ideia de por onde começar, ou não quer fazer aquilo por nada no mundo então começa arranjar várias atividades ridiculamente desnecessárias pra postergar?

21h00 Olho o site das Olímpiadas, vejo uma notícia sobre o Nepal na TV, procuro a primeira matéria da coluna do Gregório Duvivier na Folha Online e não tenho nenhuma inspiração. Dou uma checada no Facebook, nada novo, tento ver a coluna da Fernanda Torres, liberada apenas para assinantes do Jornal, o Whatsapp está as moscas, estou a ponto de jogar no Google “como escrever o primeiro texto de uma coluna”. É ai que tenho uma ideia genial. Levanto do sofá pra fazer pão de queijo fit de frigideira. Depois eu escrevo.

21h30 Volto da cozinha decidida a escrever sobre a receita do pão de queijo que acabo de fazer. Posso aproveitar e falar do novo milkshake do Bob´s de Paçoca com calda de chocolate que experimentei hoje achando que ia ser maravilhoso e é meia boca. Mas o telefone tocou.

21h35 Atendo com preguiça:

- A gente pode se falar depois? Estou escrevendo uma coluna pro blog do Maicon.

(Me achei, nem comecei a coluna e já estou me achando  a diva que você quer copiar)

- Sobre o que?  - Pergunta minha amiga.

- Tudão. Depois você lê e descobre.

Tudão da Lola. Lola, no caso sou eu, não é a cachorra da vizinha, a Lolita do livro nem a Lola que corre no filme. Tudão é sobre o que eu vou falar aqui. Um pouco de cada coisa e do que se passa na minha cabeça, que agora que você conhece a Selma, já sabe que é muito.

O Tudão da Lola vai ser assim, toda quinta-feira um texto com o que der na telha. Receitas, esporte, life style, sexo, yoga, viagens, Rio de Janeiro, arte, vida, espiritualidade, música, festa, bom humor e mau humor também - me pega de TPM pra ver o que acontece.

23h30 Falei sobre tudo e falei sobre nada. Esse é o Tudão, sinta-se em casa.

23h50

Envio o texto faltando 10 minutos pra estourar o prazo e ainda com receita de pão de queijo fit pra alegria da garotada:

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- 1 ovo

- 1 colher de sopa de polvilho (usei o doce)

- 1 colher de sopa de tapioca

- queijo ralado / requeijão  / ou o queijo que você quiser (a gosto)

- sal a gosto

- 1 colher de sobremesa de chia ou linhaça (opcional)

Modo de fazer: Mistura tudo e joga a gororoba na frigideira em fogo baixo.  Doura dos dois lados e pronto!

Se fizer a receita, marca com as tags #TudãoDaLola e #BlogDoMaicon pra gente ver!

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Flor Do Amor
28 de abril de 2015 at 07:10 0
Homens, com ou sem "h" maiúsculo, mulheres, amores, sexo, sacanagens e confusões. Esses são alguns dos temas dessa coluna e também do vlog "Amor no Ventilador" , ambos assinados pela linda @TatiPasquali! Como colunista convidada aqui do blog, toda semana tem assunto novo! O texto de hoje fala sobre amor próprio! Sabe o que é isso ou já esqueceu? Se joga com a Tati!

Flor do Amor

Desde que nos entendemos por gente aprendemos que devemos amar. Amar nossos pais, nossos avós, nossos irmãos, nossa professora, nossos coleguinhas de classe. Quando adolescemos, como que por instinto, aprendemos a praticar o amor com o primeiro amor que achamos ser o amor maior que o amor pode ser. Depois acabamos por descobrir segundos, terceiros e quartos amores e seguimos procurando e encontrando pessoas pra amar por toda a vida. Até que amamos nossos filhos, netos e agregados. Opa! Calma! Fui que eu me perdi na ordem das coisas ou realmente não existiu ali um momento onde alguém nos ensinasse – ou nós mesmos descobríssemos por conta – a amar a pessoa mais importante dessa arvore genealógica afetiva: nós mesmos! Como é possível tanta negligencia? Somos, ou pelo menos, deveríamos ser, o grande amor da vida de nós mesmos. Não estou me referindo ao sentido turvo da questão, no que tange ao egoísmo, ao orgulho e a prepotência, até porque, essas características justamente depõe contra o amor e dele não fazem parte. Me refiro mesmo ao “clichezismo” do amor-próprio. Essa fatia tão preciosa e cara de todo o amor que somos capazes de doar é adicional de fábrica ou precisa ser construída tijolo por tijolo? As duas coisas. O amor é inato a todos os seres humanos – psicologicamente saudáveis -, mas o amor-próprio também precisa ser cuidado, dedicado, atendido como qualquer relação afetiva. Quanto mais amor dermos à nós mesmos mais amor seremos capazes de distribuir ao mundo. Pessoas que se amam respeitam mais ao próximo, se solidarizam mais, são mais felizes no casamento, dentro na família, no trabalho. E se tais pessoas não estiverem felizes, vão buscar ser, afinal, sempre queremos fazer felizes as pessoas que amamos. Diz a filosofia budista que a partir da sua própria felicidade, você pode fazer um mundo inteiro feliz. E como ser feliz sem se amar? Sem economias e barganhas, quanto mais amor a gente dá, mais amor teremos pra dar e, quanto mais amor direcionamos à nós mesmos, mais amor teremos pra direcionar à nós mesmos, e vice-versa, como num círculo vicioso, amor que não acaba mais. Reza a mitologia grega que Narciso, ao se apaixonar pela própria imagem refletida num rio, foi castigado por tamanho orgulho, vindo a morrer definhado. Seu corpo então foi transformado em uma flor. Deixemos a culpa de lado, pensemos apenas que cada vez que nos apaixonamos por nós mesmos, uma flor nasce em alguém lugar do mundo. Creio que o mundo esteja precisando de mais flores, portanto, vamos nos perder, nos enlouquecer de amor pela única pessoa que, infalivelmente, vamos conviver do primeiro ao último dia de nossas vidas. Por um mundo mais florido de amores-próprios. Por Tati Pasquali.     amor-no-ventilador-coluna-blog-do-maicon-amor-proprio-a-flor-do-amor-i-love-me
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