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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Sabedoria do estômago
22 de agosto de 2015 at 01:58 0
A previsão era de um amanhecer a 5 gélidos graus. Fui pro Sul tirar alguns dias de férias porque sou ryca, bem sucedida e estou com a vida ganha, com filhos crescidos, formados nas melhores faculdades do leste europeu e tomo café da manhã de margarina com meu marido Ken (ele largou a a Barbie pra ficar comigo) e meu cachorro Bud, um golden que além de bonito, é inteligente, não solta pelo e não faz coco. Sou do time que não vê sentido em acordar, viver e distribuir sorrisos pra passar frio. Posso morrer de calor, suada e com sovaco pizza aromático, mas pelo menos morro feliz. Todo o meu respeito e admiração pra quem curte o frio. Só que nesse dia, por uma insanidade qualquer, inventei de acordar cedo, mesmo com a combinação chuva-frio-chuva bombando lá fora, enquanto do outro lado do ringue tínhamos uma cama deliciosa, quentinha, com edredom fofo e travesseiros de baunilha. Céus! Por que raios eu coloquei o despertador pra 7h02 e a soneca pra 7h11(perceba, adoro números quebrados)? Por que minha cabeça diz que eu devo ir pra aula de yoga mesmo eu saindo de casa atrasada já desconfiando que não ia chegar a tempo? E não cheguei. Desde que nasci, minha avó, pai, mãe e a minha babá Nena, sempre me encheram com diversos conselhos, dizendo o que pode e o que não pode, mas ninguém nunca disse pra eu seguir minha intuição. Isso a gente descobre na raça e no erro mesmo. Agora, se eu pudesse dar um conselho pra vocês, seria escute essa god damn vozinha na sua cabeça quando ela sopra um pensamento.Talvez esse conselho seria até melhor:

se você tem uma dúvida, pergunte ao seu estômago.

Ele não te deixará dúvidas, trust me. É incrível a nossa tendência de ignorar essa vozinha (ou a sabedoria do estômago, como preferirem) e ir em frente. Naquela manhã tudo apontou pro outro lado, mas fui em frente e depois de 1h30 de engarrafamento não só não consegui chegar na aula, mas fui torturada pelo meu útero que resolveu fazer dança contemporânea dentro de mim pro ciclo descer. Foi aí que eu me peguei pensando, até que ponto eu de fato queria estar ali? Muitas vezes percebo que estou fazendo algo que não sei nem se quero fazer, mas faço porque acho que devo, quero agradar, ou porque julgo certo, justo. Poucas vezes percebo e tenho escuta para o que de fato quero. Geralmente sou engolida pela ansiedade, desesperada, desconectada e PRÉ-ocupada com um futuro que não existe. Tenho certeza que Freud explica isso com um conceito complexo em torno de uma pulsão sexual. Eu explico com falta de conversa com o estômago. Quando damos ouvido pra nossa intuição, nós conectamos com nossas emoções e diminuímos as chances de nos pegar no meio de uma situação onde não queremos estar com a pergunta "O QUE É QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI?" e nos tornarmos responsáveis por aquilo que acontece em nossa vida, acabando ou diminuindo com os sintomas da síndrome de vítima. Por que logo comigo? Ai de mim! Isso tudo porque eu poderia ter dormido mais ou, se de fato quisesse ir pra aula, ter me organizado pra sair mais cedo. Mas como não tomei uma decisão, ignorei minha intuição e acabei não fazendo nem um nem outro. Agora, pra mostrar que aprendi minha lição, vou escutar meu estômago e comer um sorvete italiano daqueles bem delicia de chocolate amargo que está me esperando no congelador. Final feliz.  
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Cadê nosso amor próprio?
17 de agosto de 2015 at 18:00 0

Vamos lá. Você está linda, cheirosa, com a malhação em dia, com roupas novas, seu cabelo está no tom e com o corte que você gosta, mas sempre fica parecendo que está faltando algo, sempre aquela sensação de estar saindo de casa com a impressão de estar esquecendo alguma coisa importante. Celular tá na bolsa, chaves, carteira, batom pra retocar, tá tudo lá. Mas o que é então? Algo que se, você não lembrar de levar com você, sempre vai parecer que você esta suja, feia e mal cheirosa. Algo que, se você não tiver, vai anular toda a sua produção, todo seu conhecimento de moda e maquiagem. Algo providencial, necessário, imprescindível, insubstituível e intransferível. Algo que, mesmo com a derrapada na dieta e os quilinhos a mais no quadril, ainda com seus óculos fundo de garrafa por culpa dos tantos graus de miopia, vestindo a mesma roupa desde as 8h da manhã e com os cabelos sujos porque não deu tempo de lavar, vai fazer de você a pessoa mais bonita do ambiente, qualquer ambiente que seja. Uma coisa tão simples, que mora tão perto, ou melhor, dentro de você – mais perto do que isso impossível. Isso se chama amor próprio, alta auto estima, paixão por si mesma. Como desejar que alguém nos perceba se nós mesmas, às vezes, esquecemos de nos olhar, de nos enxergar, não só no espelho, mas dentro. De olhar a quantas anda nosso coração. De cuidar dele como ninguém no mundo seria capaz de cuidar. Como querer que alguém nos ame se não somos capazes de amar a nós mesmos? Nada é capaz de nos embelezar mais do que nosso amor próprio. E não tem marca de roupa, não tem salto alto que substitua isso. Amemos-nos.

Mais amor (próprio) por favor!

https://www.youtube.com/watch?v=MK2UQ1ydQAE
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – POR QUE AS MULHERES VÃO JUNTAS AO BANHEIRO?
17 de agosto de 2015 at 16:49 0

Desde que o mundo é mundo, penso eu, as meninas vão juntas ao banheiro. Antigamente era necessária uma bela ajuda pra abrir o corselete, levantar as anáguas, talvez seja uma herança cultural dessa época. Não importa. O fato é que, SIM, é um hábito entre as amigas irem juntas ao banheiro, seja pra fofocar, seja pra segurar a porta e/ou a bolsa, seja pra trocar dicas de maquiagem, seja por pura companhia mesmo. Mais fato ainda do que isso é a capacidade do imaginário masculino em criar “porquês” para essa simples questão, uma vez que isso não é hábito entre os meninos, até porque, vamos combinar que essa tarefa é, de longe, muito mais simples para os meninos do que para as meninas. Eles não têm a menor ideia do que é fazer xixi em banheiros públicos quando se tem uma vulva no lugar de um pinto, principalmente quando estamos super em dia com a depilação – visto que a falta de pelos desordena demais o jato, causando alguns desastres como, por exemplo, mijar no próprio pé -, quando estamos usando meia calça, saia comprida, que arrasta no chão – o que pode virar um desastre escatológico -, bolsa, colares, cabelo solto, na humilhante posição de cócoras, apoiando nas paredes gordurosas pra não corrermos o risco de cairmos sentadas, principalmente se já abusamos um pouquinho das bebidas alcoólicas, se chacoalhando porque nunca tem papel.

Ufa! Fico exausta só de imaginar. Isso tudo também explica a nossa demora no banheiro, coisa que os meninos também nunca vão entender. Enquanto isso eles ficam criando minhocas em suas cabeças, deixando a imaginação correr solta sobre o assunto, que diabos as mulheres fazem juntas no banheiro? Explicar? Deixa a imaginação deles correr solta, qualquer que seja ela é um cenário muito mais agradável do que o real. Bobinhos.

https://www.youtube.com/watch?v=r4KD0Xkbnyo
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Pé na bunda!
5 de agosto de 2015 at 18:51 0

Antes levar um pé na bunda doesse na bunda. Pé na bunda dói, não na bunda, mas no coração.

Dói no coração, na alma, na rotina, na vida e no mundo inteiro. A cama fica grande demais, o dia fica cinza, o mundo perde a graça e sorrir chega a ser doloroso. Pé na bunda não manda aviso prévio, nem carta de despejo com prazo para realocação. Ele vem do nada, do dia pra noite, quando menos esperamos, acaba com nossos planos de viagem pras próximas férias, põe fim aos domingos chuvosos de pipoca e filme na televisão e esvazia o potinho das escovas de dentes. Nossa autoestima vai por água abaixo, o ar não entra nos pulmões, o chão teima em fugir dos nossos pés e temos a impressão de que vamos desfalecer a qualquer momento. A sensação é de um vácuo eterno. E é sempre nessas horas que aquela música que simbolizava nosso romance volta a bombar nas rádios, nos obrigando a sentir o vazio. Dói. Né?! Mas – como um sórdido consolo - sabemos que todo mundo já levou um. E, talvez, em algum momento, também já fomos autores desse pé. Como disse certa vez uma pessoa que levou um pezinho meu: “Finge que a sua tristeza é um gato muito peludo. Coloca ela no seu colo, acaricia da cabeça até a pontinha do rabo, curte, deixa reverberar. Uma hora ela passa. Uma hora ela tem que ir embora.” Não dá pra fingir que a dor não existe, tem que sentir até o fim. E quando a gente menos espera, do mesmo jeito inadvertido que ela veio, ela se vai. E a gente sobrevive."

Agora, antes que você chore lembrando do seu ex, se joga no vídeo e se divirta com o tutorial para levar um pé na bunda!

https://www.youtube.com/watch?v=2HecPR9NBJc  
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#LookDoDia, News
#LookDoDia – Casal Jeans! Calça rasgada e look Boyfriend!
4 de agosto de 2015 at 21:14 4
Novos looks na área! E dessa vez com a participação da minha linda amiga Maddu Magalhães! look_novo_com_maddu_9 Sabe quando você pega alguma peça do seu namorado e usa? Foi isso que nosso Stylist @TeddyZany  fez! Usou uma camisa minha no look da Maddu! Além de juntar isso com a super bota "Over the knee" que é uma tendência do momento. No meu look, calça jeans rasgada, um bom coturno e essa camisa super estilosa que é de um material sintético, encerada. Parece couro e veste super bem! look_novo_com_maddu_6 As fotos do nosso querido fotografo  @MoisesLeal ficaram lindas! Aliás, nosso fotografo está de site novo pessoal! Conheçam o www.moisesalmeida.com pra verem mais trabalhos dele! Mostrem suas fotos no instagram com a tag #BlogDoMaicon :) Quero ver vocês ousando e arrasando! look_novo_com_maddu_1 O meu look completo: Camisa - Von Der Volke / Calça – Fato Básico / Bota – Dr. Martens look_novo_com_maddu_12 O look da Maddu: Camisa jeans - browfive / Blusa branca - ambicione / Acessórios - Dayrell / Bota - brechó look_novo_com_maddu_7 look_novo_com_maddu_2 Fazer fotos já legal e ter feito junto com uma amiga ficou ainda mais divertido! Quem cuidou da nossa beleza foi o super @Sennarafael ! Ele é top e assina muitas capas de revistas incríveis! Dá uma olha no insta dele, vale a pena! Gato! look_novo_com_maddu_11 look_novo_com_maddu_5 Amo as botas da Dr. Martens! look_novo_com_maddu_4 Lindos esses assessórios da Maddu, né? Essa blusa dela é branca, básica, mas tem esse detalhe incrível na gola! look_novo_com_maddu_3 look_novo_com_maddu_8 O que acharam dos nossos Looks? Comentem! E postem os looks de vocês! #BlogDoMaicon! beijos <3
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Vivendo menos que um mosquito
25 de junho de 2015 at 18:09 1
Nessa semana fiz 27 anos. A pergunta clássica que veio é aquela: como você se sente? Normal. Igual ontem, igual hoje. Me sinto viva, obrigada. Com sede, talvez. Aniversários tem tudo para ser lindo ou traumáticos. Podem ser lindos e traumáticos ao mesmo tempo. O meu foi só lindo. Mas eu te entendo se você odeia fazer aniversário e tenho certaza que tem seus motivos traumáticos para isso. Parei para pensar o que são 27 anos. Para quem está na casa dos 30 e poucos, a referência é “olha lá heim, você já está chegando nos 30”. É uma mania de marcar “os 30” como uma referência de algo negativo. Como aquela placa na porta do elevador: Cuidado com “o MESMO”. Coitado, o mesmo nunca fez nada. aviso-elevador-o-mesmo É como se tivéssemos apenas 30 anos nessa vida para resolver tudo. Uma cobrança externa e, muitas vezes, interna de solucionar tudo ou boa parte até aí. Como se a vida fosse um quebra cabeça com solução. Faça uma visita ao leito de um hospital com pacientes terminais e pergunte para a galera na beira de passar pro outro plano qual foi a solução da vida deles. Não tem, não existe. Se tivesse e eu soubesse, já estaria vendendo e dominando o mundo. A expectativa dos 30: eu tenho que (ou deveria) ser bem sucedida na minha carreira, ter uma casa própria, estar casada - ou vislumbrando um casamento - e planejar filhos até os 35 anos no máximo. Se eu não estou nesse caminho, me frustro. Olha para os outros que estão e sinto uma pontinha de inveja. Chamo de inveja branca para parecer mais fofa. Abro um pote de sorvete e me acabo nele. NOT. Eu não vejo dessa forma. A realidade: me aproximo dos 30 com uma carreira flutuante (quem mandou ser atriz e escritora), divido um apartamento e estou solteira. Mas fico feliz a cada ano que passa. Agradeço a cada dia que acaba. Fico empolgada pros 30 que se aproximam. Adoro o passar do tempo e não arranco cabelos brancos. Agora para os que estão na casa dos 40 pra cima, eles vão olhar para essa menina que não sabe de nada e está aqui filosofando sobre 30 anos e dizer: “Nossa, tão novinha, só tem 27 anos. Não sabe de nada”. Inocente.  A prima com 13 anos vai pensar: “Muito velha, já tem 27 anos”. Tudo vai depender do ponto de vista e todos estão certos. O planeta onde eu vivo, demora 365 dias ou um ano para dar uma volta em torno de si. Desde que nasci, esse planeta – que pode vir a ser o mesmo que o seu - deu 27 voltas. Eu demoro 27 segundos ou menos para dar 27 voltas em torno de mim mesma.  Confesso que ainda não tentei, mas assim que terminar aqui vou tentar (ficar tonta e cair no chão como uma batata). Usando esse ponto de referência para comparação, para o meu planeta, eu tenho 27 segundos de vida. Não consigo chegar nem a um minuto. Não posso comparar minha medíocre vida nem a de um mosquito de 24 horas. Nessa lógica, se você tem 60 anos, parabéns,  consegue ter um minuto de idade em relação ao meu - seu – nosso planeta. Você pode dizer que eu deveria pegar a idade do planeta ( apenas 4,54 bilhões de anos) e fazer uma regra de 3 com os meus 27 anos pra saber a minha real idade em relação à pedra flutuante cheia de água onde vivo, mas eu achei a brincadeira das voltas mais lúdica, o aniversário é meu e eu faço o que eu quiser. No fim das contas, somos um monte de bebês humanos, lutando para entender nossas loucuras, o amor, nossas neuroses, nossa dramas, traumas, a teia que a gente constrói e embola a cada dia, ano ou volta que passa. Todo dia acordamos na busca de dinheiro, de felicidade ou de um grande amor. A longo prazo, queremos deixar um legado, ser lembrados e perpetuar a espécie. Quando na verdade, somos apenas segundos de vida, flutuantes num universo que se diz expandir e que é infinito. E você aí, se achando muito velho ou vivido pra qualquer coisa. Feliz aniversário, bebê. ghost-scared-of  
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Você vai morrer e agora?
18 de junho de 2015 at 21:23 0
Vivemos como se a vida não acabasse. Como se não tivéssemos um prazo de validade, um último dia. Deitamos na cama com a certeza do amanhã, contando com o Sol, que vai nascer, contando que vamos tomar nosso café e fazer as mesmas coisas que fazemos todos os dias. Uma névoa de eternidade nos empurra adiante, de segunda a segunda. Negamos o fim, o passar do tempo e a velhice com o uso intensivo de cosméticos, anti-rugas e cabelos pintados pra esconder os brancos.  Reclamamos, amamos, brigamos, agimos e nos despedimos de alguém com a certeza, de que sempre teremos outra vez ou outra chance. Aí vem a vida e te dá um tapa na cara. Tira um ente querido seu do dia pra noite, termina seu namoro, te demite do emprego que você nem gostava tanto, mas que pagava suas contas, seu aluguel caríssimo e o Netflix. Passei os últimos meses na “sofrência” com um acontecimento que me pegou de surpresa. Depois que o luto passou, percebi que vivi meu último relacionamento na mesma névoa que vivemos nossas vidas, idealizando um “felizes para sempre”, como se aquilo nunca fosse acabar. Tudo acaba. Tudo acaba. Tudo acaba. Mais importante do que usar protetor solar, é saber que o amor, assim como a pele, o sol, o seu corpo e tudo o que está a sua volta, um dia irá acabar. Até esse computador que você está usando pra ler esse texto e o seu Iphone de última geração, meu bem, eles também têm um fim. Falar sobre isso pode parecer sombrio num primeiro momento e muitas vezes, é mesmo, ainda mais numa sociedade que prefere empurrar a “morte” pra debaixo do tapete. Mas essa é uma discussão que se faz necessária. A qualidade da nossa vida, da nossa presença e inclusive o tamanho dos nossos problemas mudam quando percebemos que sim, na nossa trilha, temos um ponto final, por mais que queiramos nos agarrar nas reticências. Quando trabalhamos com a ideia de fim, acabamos desenvolvendo a ideia do agora. Pode parecer louco, mas tudo fica mais leve. Com que qualidade eu escolho seguir? Sem grandes rodeios. É só parar pra pensar com o que você está fazendo na sua vida nesse momento. Gastamos tanto tempo com Facebook e a vida alheia que esquecemos de gastar tempo com o que realmente importa pra cada um. Eu mesma sou uma viciada, vocês sabem. Então proponho pra gente: Vamos entrar no modo offline por 5 minutos e refletir. Se você soubesse que vai morrer hoje à noite, você continuaria fazendo o que está fazendo agora? Muitos diriam que estariam mais próximos da família ou que iriam realizar todas as surubas que ainda não fizeram. Independente de qual for a sua resposta, aproveite pra torna-la real. Se você acha que pode estar mais próximo da sua família, esteja. Se o seu trabalho não tem sentido, comece a procurar algo que tenha. Se você disse algo pra alguém que gostaria de pedir desculpas, peça. Se quer fazer sexo com o mundo todo, faça, mas por favor, use camisinha. E o mais legal nisso tudo vem agora: a escolha de como você vai levar isso é apenas sua. O outro não tem nada a ver com isso, por mais que você ainda esteja apegado à ideia de impressionar seus pais ou outra pessoa. A única barreira aqui é você contra você mesmo. Então faça as pazes com isso. Vai mexer essa bunda agora ou deixar pra amanhã? Um dia o amanhã não vem e vai ficar pra próxima.
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Algum remédio que me dê alegria
11 de junho de 2015 at 18:08 1
Dor é individual e não funciona comparar a sua com a do outro. Dor é dor. É de quem sente. A criança que vê o pai ser fuzilado na África pode sofrer o mesmo tanto que você que levou um pé na bunda. Ambos talvez chorem como se o mundo tivesse acabado, bebam, fumem, comam e se droguem. E você não é menor nem maior por isso. Você é humano e faz parte do seu caminho sofrer sendo porque perdeu um ente querido, seja porque não pode comer sorvete italiano por causa da dieta. Cada um tem sua forma de processar, ou talvez, melhor dizendo, digerir essa sensação. Em algumas das várias crises que vim a ter com o término do meu último relacionamento, cheguei pela 1ª vez a tomar Rivotril. Pra quem não conhece, esse é um remédio tarja preta que atua diretamente no sistema nervoso central e te leva para um universo paralelo. Basta algumas gotinhas sabor pêssego e voilá, aproveite a viagem. Tomei 5 gotas e dormi das 10h ate as 18h. Um sono pesado, daqueles que se você abre o olho no meio não faz ideia da onde está e que dia é hoje e tudo está tão confuso e embaralhado que a sua única opção é voltar a dormir. A dor é esquecida como quando você entra no quarto e pensa “o que é que eu vim buscar aqui mesmo”? O problema dessa opção dopa cavalo para aplacar a dor é que ela é fácil – pingou, tomou,passou! - e como tudo que é fácil, viciante. Tenho um amigo que começou com 5 gotas e parou em 50. O nosso organismo, com o seu super poder de adaptação a qualquer situação – e substância – vai precisando de cada vez mais gotinhas pra ser dopado. E esse é um caminho sem volta. No mesmo dia que tomei e apaguei, não conseguia dormir a noite (é claro, tinha dormido o dia inteiro). Me revirando na cama, a primeira ideia que meu cérebro genial teve foi tomar o remédio de novo, mas por algum motivo eu quis sentir o castigo, por menor que fosse, de agonizar um pouco ali pra achar o sono. Não deu 40 minutos e dormi. calmo-rivotril Como seres humanos, temos o hábito de optar, sempre, pelo caminho mais fácil. Você diria, é claro, assim chego mais rápido lá. Só que o caminho mais fácil, na maioria esmagadora das vezes é melhor a curto prazo e pior a longo. Tudo que é mais difícil de ser conquistado, que leva tempo e que demanda investimento de certa energia é muito mais valorizado quando alcançado. Na lógica do quanto maior o esforço, maior a recompensa, o mesmo serve para nossas emoções. Agradeço a mim por ter tido coragem de não tomar de novo as gotinhas mágicas naquela noite e ter encarado meus medos e monstros. Se livrar - da forma que seja - de uma dor significa não vivê-la e com isso, não aprender tudo o que ela tem pra te ensinar. Acredito sim que a dor existe para crescermos e evoluirmos. Quando tudo está lindo, nos acomodamos. A dor te tira de um lugar e leva para o outro. Os budistas dizem que estamos aqui para sofrer. Então sofra, você está no seu direito. Numa sociedade que exalta o conceito de felicidade como uma necessidade, nenhuma empresa de refrigerante de cola preto faz propaganda “abra a sua dor”. Nenhuma família de margarina briga na mesa tomando café da manhã. Nenhuma garota de cerveja chora ou tem celulite. E nós levamos isso como modelo para dentro das nossas casas e nossas vidas. Nas redes sociais, escolhemos só mostrar um trecho editado de felicidade. Quem quer ver você se sentindo miserável? Temos mil amigos quando dizemos que estamos curtindo a praia e bronzeados. Quero ver quantos likes você tem quando a coisa aperta e publica sua depressão no Facebook. Negar a dor não se sustenta. A felicidade como estado só existe porque a dor está lá como base de comparação, ou seja, você só sabe que é feliz porque já foi triste. Acho muito interessante ver pesquisas que tentam medir o nível de felicidade de um ser humano. Quando o pesquisador, que é um cara qu você nunca viu na vida com prancheta, óculos e cantea, te abordar no meio da sua correria para algum lugar explicando que está fazendo uma pesquisa de nível de felicidade e perguntar se você é feliz o que você vai dizer? Abrir o choro no ombro dele e pedir arrego? Não, não fomos treinados pra isso. Sabemos qual será a sua resposta e eu nos meus piores dias faria a mesma coisa. Quando estou mal e alguém me pergunta "Oi, tudo bem?", respondo "Tudo e você". Não importa se eu estivesse chorando 5 minutos atrás porque algo deu errado. A verdade é que eu não sou feliz. Nem triste. Eu sou feliz e triste e mais um milhão de sensações que viver la vida loca pode trazer. Assim como você, por mais que você insista em dizer que não e eu te amo mesmo assim. Até porque como já disse antes, fomos treinados para negar a tristeza e o Rivotril é só uma consequência desse treino. Quero deixar bem claro que não tenho nada contra quem opta pelo Rivô. Sei que um calmante já salvou muitas pessoas em momentos de aperto onde até uma vida estaria em jogo.  Sou completamente a favor da medicação quando necessária. O que vale aqui é refletir quais as formas de lidar com a sua dor de cabeça, de vida ou de amor e aproveitar ao máximo esse sentimento monstro para se fortalecer. Viva o Rivotril. Viva a dor que é vivida. Viva quem toma e quem não toma. Viva, viva a vida.
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Amor e ódio andam de mãos dadas!
11 de junho de 2015 at 12:01 0

amor-odio

AMOR E ÓDIO

Quando eu tinha 14 anos e era só uma menina feia de óculos e aparelhos nos dentes, estudante da oitava série de um colégio público em Curitiba, eu descobri como podem ser chatos os meninos. Menino é chato! Menino só fala de futebol, arrota e diz palavrão. Meninos eram estranhos, eu não gostava de muita proximidade. Até paquerava um de vez em quando, mas sempre preferia ficar no platônico mesmo porque se o menino descobrisse que eu era afim dele ele ia rir da minha cara. Meninos definitivamente eram muito estranhos. Mas tinha um em especial por quem eu nutria uma raivinha incontrolável. Ele se chamava Fábio. Loiro de olhos azuis, uma napa no lugar do nariz, tinha o cabelo tão comprido quanto o meu, era Coxa Branca doente e me irritava mais do que qualquer coisa nesse mundo. Ele falava alto na sala de aula, se sentia o melhor do mundo só porque uma menina mais feia do que eu da nossa sala era declaradamente apaixonada por ele, zoava todo mundo, enfim, o próprio "piá de prédio"! A gente se declarou guerra! Um dia, estava eu no pátio do colégio com minhas amigas, distraída, quando aquele fedelho veio por trás de mim e puxou meus cabelos com toda a força do mundo e saiu correndo. Deixei passar porque eu não ia ficar correndo atrás daquele inútil. Mas na semana seguinte quando ele também estava no pátio, no recreio, eu tratei de devolver a agressão na mesma moeda. E assim se seguia nosso desamor. Até que um belo dia, numa sexta-feira, me lembro bem, na aula de Educação Física, o imprestável estava na quadra jogando futebol, que era só pra isso que aquele cérebro funcionava. Coladas com a grade da quadra, tinham três pilastras, onde hasteávamos as bandeiras do país, do estado e da cidade. Eu e minhas amigas gostávamos de nos apoiar em duas pilastras, escalar a grade e dar um mortal. Mas nossos cérebros também funcionavam muito bem pra outras coisas, essa era a grande diferença. Quando eu segurei na pilastra do meio percebi que ela estava solta, mas já era tarde demais! Ela lentamente começou a cair em direção à quadra. Foi tudo em slowmotion, me lembro bem. Quando me virei pra quadra quem estava bem no meio dela, sozinho? O inútil do Fábio. Aquele imbecil tinha que estar bem ali. Eu fiz um baita esforço de tentar conter a pilastra, mas foi em vão. A parada devia ter uns 3 metros de altura e caiu bem em cima do filho da puta. Bateu primeiro na cabeça, depois no ombro esquerdo e caiu no chão. Foi um choque geral. Eu odiava aquele peste mas juro que nunca tive a intenção de eliminá-lo. O garoto caiu no chão se contorcendo de dor e eu, completamente desesperada, não sabia o que fazer. Meu Deus, matei o piá. Era a última aula, a mamãe do imprestável veio buscá-lo pra levá-lo ao hospital. E eu com o cu na mão. Era sexta. Eu passei o fim de semana todo imaginando ele todo engessado, na cadeira de rodas, mudo e cego de um olho. Não tive sossego de tanta preocupação. Segunda de manhã. Muito medo de ir pra escola. Vou, não tenho saída, pensei em inventar uma dor de barriga pra não ir mas não ia ter sucesso. Quando chego na sala tá lá o infeliz, inteirinho da silva. Pra meu alívio imediato e consequente indignação. Mas que cabeçudo! Vaso ruim não quebra mesmo! Devia ter derrubado duas pilastras ao invés de uma! Não preciso nem dizer que, a partir desse dia, nosso ódio mútuo aumentou consideravelmente! Continuamos a nos perseguir e nos sacanear mas agora de uma forma mais intensa. Garoto insuportável! Um dia, uma amiga da turma resolveu fazer uma festinha americana na garagem de casa. Meninos levam bebida e meninas levam comida. Bebida no caso era refrigerante e a comida se resumia a Fandangos de presunto. OK. Eu que não frequentava muitas festinhas estava adorando! Mas putz, o criança do Fabio tava lá. Ninguém merece! E fizemos a coisa mais improvável que poderíamos ter feito, deixando todos muito chocados. Jogamos fandangos um no outro? Caímos na porrada? Nos matamos? Não. Pior. Muito pior. A gente ficou! Sim, nós ficamos! Vai entender. Nem eu entendi. Mas o fato é que a gente ficou. E não satisfeitos começamos a namorar. O namoro durou 7 meses. O suficiente pra eu nunca mais duvidar do que reza a lenda: Amor e ódio, definitivamente, andam de mãos dadas.

Mulheres se alteram... acontece! Saca só:

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#LookDoDia
#LookDoDia – Winter is coming! Tendências de inverno!
2 de junho de 2015 at 19:56 0
O Inverno está chegando! Está aberta a temporada do "não esquece o casaco, filho". O frio aumenta e precisamos ficar ligados pra, simplesmente, não nos enchermos de casacos e virarmos um bolo fofo fora de moda! Vamos ver algumas tendências para homens e mulheres neste Outono Inverno 2015!

Meninas

Nesta estação uma das peças que está em alta é a cintura alta. inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores4 Jeans continua em alta: vestidos, jaquetas, blusas e calças serão bem-vindas no inverno 2015. inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores7 As botas de cano alto e médio também são boas pedidas! inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-botas inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-botas-longa-cano-curto-longo inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-golas Outra dica são os casacos ou blusas com aquela gola ao entorno do pescoço, chales e também usar o próprio casaco como vestido! (quem achar muito ousado, coloca uma meia mais grossa por baixo que fica lindo!) inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores6 inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores3 E não esqueça do Xadrez com desenhos mais abertos ou espaçados! Combine: se for uma calça xadrez, experimente com uma blusa lisa de cor mais neutra. inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-xadrez

Meninos

O moletom continua firme para a estação, com uma modelagem estilosa e, claro, nosso jeanswear e xadrez que já estão em alta há alguns anos. O xadrez na parte de cima e também compondo calças. Um Blazer sempre ajuda a compor o estilo. inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores5 As meias coloridas com tênis brancos ou sapatos estão com tudo. (preferência com canos longos) inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-meias-coloridas Camisas estampadas, listrados, xadrezes e florais ou camisetas inspiração college, estampas de marcas, tudo bombando! Além da estampa militar! inverno-2015-tendencias-masculino-feminino-look-cores-militar-estampa look3_maicon_santini_blog_do_maicon_4 As calças chino multicoloridas são uma aposta perfeita pra um look certeiro. Do básico ao mais estiloso! look5_maicon_7 maicon_santini_look4_2 maicon-santini-look-do-dia-blog-combinar-verde Agora confira um novo ensaio feito especialmente aqui pro blog! Com produção do Stylist  @TeddyZany  e fotos do nosso querido fotografo  @MoisesLeal, um look básico de inverno pra nenhum menino errar na hora de sair! Meninos e meninas, mostrem seus looks pra gente com a tag #BlogDoMaicon :) O Look completo: Casaco - Ambicione / Tênis - Redley / Colar - Parco / Calça - The Toccs look_maicon_inverno2 look_maicon_inverno9

  Colar - Parco / Calça - The Toccs

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Casaco - Ambicione / Colar - Parco

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O Look completo: Casaco - Ambicione / Tênis - Redley / Colar - Parco / Calça - The Toccs

look_maicon_inverno8 look_maicon_inverno Muito obrigado você que leu até aqui! Espero que as dicas te ajudem e você arrase muito por aí! Não esqueça de mostrar seu look com a tag #BlogDoMaicon! beijos :) Créditos da pesquisa: lookbook.nu / ttomalves.blogstpot / renner / belezeemoda.com.br / homenscomestilo.com.br / antenadus / noticom / patricialavigneoficial.com.br / vaidosaefeminina.com.br
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