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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Desculpe se eu fui um babaca
21 de janeiro de 2016 at 21:10 1
Recebi uma mensagem inusitada: “Oi, lembra de mim?” A gente teve um relacionamento pocket, mas intenso, com aproveitamento integral e de quebra, um dia dos namorados fofinho de mãos dadas, assistindo filme. Claro que eu lembro de você. A gente não apaga as pessoas da cabeça da mesma forma que apagamos uma conversa do Whatsapp. Claro que eu lembro de você. Lembro de como você primeiro ficou distante, depois estranho e por último desapareceu, sem dizer nada. Claro que eu lembro de você. Entrei no seu Facebook pra mostrar uma foto sua pra minha prima e descobri que você tinha me deletado. Como esquecer? Nosso primeiro encontro foi incrível. Ele demorou dois dias pra me beijar e meus amigos tinham certeza que o menino era gay pela demora. Eu tinha certeza que ele só tinha um ritmo mais devagar e estava adorando aquele jeito old school de conhecer alguém. Foi tudo muito legal, até que ele sumiu. Para descobrir como fazer parte do clube do babaca, consultei um dos maiores babacas do mundo, assumido de carteirinha (e um ótimo amigo, por sinal):
  • Aja como se ela(e) fosse a pessoa mais especial do mundo ou o amor da sua vida.
  • Seja perfeito, amoroso, carinhoso e depois suma, com um silêncio ou uma desculpa qualquer.
  • Ficar ocupado para sempre também funciona.
Damn. Eles são bons no que fazem. E aí você se sente um(a) idiota por ter acreditado naquilo tudo. Não que aquilo tudo não tenha sido verdade. Foi verdadeiro pra você que se entregou e acredite, foi verdadeiro pro babaca também. Ele só não dá conta de sair desse ciclo vicioso pegou, iludiu, largou. É pior que droga. Quando o babaca some, termina do nada ou te corta de forma grosseira, ele está garantindo sair por cima, evitando ser rejeitado. Ele sente que ganhou aquele jogo (que jogo?).

Ha! Te rejeitei. Agora você não pode me rejeitar mais. Bilú-bilú-tetéia.

O babaca tem medo de se envolver, de se comprometer, de criar intimidade e correr riscos, mostrando todas aquelas partes que menos gostamos de nós mesmos. Aquele seu lado grosseiro que só a sua família conhece, a remela no olho e o bafo do amanhecer que não são nada românticos. O babaca é aquele covarde que se agarra ao mastro quando o navio está afundando só por medo de se jogar no oceano (vai que o oceano rejeita ele também). Fiquei bem mal quando esse babaca sumiu. Me senti um lixo e me culpei, achando razões em mim pra ter sido descartada. Mas depois passou. Se você por algum motivo está sofrendo por um babaca alheio, permita-se. Sinta a falta, viva o vazio. Xingue o babaca (é ótimo!). Sofra por você e por ele. O babaca só abandona porque ele foi abandonado há muito tempo. Aí ele sai por aí, atrás de alguém que preencha esse buraco que o assola. Quando a sua dor passar, o babaca vai estar lá, como uma criança que perdeu a mãe no shopping, buscando alguém que supra o que ele não encontra dentro dele: amor. Mas não se engane, todos somos babacas. Em maior ou menor nível, queremos ganhar o jogo (que jogo?), sair por cima e nos sentirmos melhores por isso. Já não respondi aquela pessoa que não estava tão afim, já mostrei pros meus amigos como fulaninho queria tanto e eu não estava nem aí. Me senti melhor por isso, fodona, uma grande babaca. A diferença é o quanto você está apegada(o) a esse jogo (?!?!). Alguns já desistem da prática de primeira, outros demoram um pouco mais. Os viciados ficam lá, batendo cabeça. Descobri que o meu babaca sumiu porque voltou com a ex namorada e não sabia como dizer isso. Meses depois, ele veio se desculpar e hoje eu dou aula de yoga pra ele. Salve um babaca você também. > Já salvou um babaca? Conta pra gente a sua história com a #salveumbabaca     beach-yoga  
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Sexo no Primeiro Encontro
23 de novembro de 2015 at 04:26 0

Até muito pouco tempo atrás – dependendo da relatividade do “pouco tempo”, já que este tem passado tão rápido – eu achava que o sexo casual, sexo pelo sexo, sexo com alguém que eu acabara de conhecer era tão fadado ao fracasso quanto o sexo obrigatório de anos de uma relação que já não tem futuro. Eu via isso como um ato de desespero, como uma fuga de mim mesma. E, por muitas vezes, talvez tenha até sido. Mas, com o passar desse tempo cruel que não para, não importa o que aconteça - e com a maturidade batendo à porta – eu descobri que pode sim existir uma parcela mínima – menos que ínfima – de algum tipo de amor nesse ato tão impulsivo de entregar seu corpo e seu prazer à alguém de tão pouca intimidade. Mas o que é a intimidade, não é mesmo? Ela tem que começar de algum lugar. Eu não seria leviana em afirmar que isso está certo ou errado, afinal, quem sou eu na fila do pão? Mas eu, como boa geminiana curiosa e ouvinte das historias e experiências alheias, percebi que existem muitas historias de amor de sucesso que começaram não de um jantar romântico, nem de uma rosa vermelha, muito menos de um cavalheirismo em forma de um anel, mas sim de uma noite tórrida de sexo que, a princípio, tinha como único objetivo gozar. Vai saber, vai entender!! A única certeza que eu tenho é que pra nada nessa vida existe regra. O amor pode sim ser sexualmente transmissível, transmissível pela pele, pelo gosto, pela saliva, pelo cheiro, pelo toque, e, por que não, pelo gozo. A vida é curta demais pra que percamos tempo nos preocupando com convenções ou com o que a sociedade irá pensar ou como ela irá julgar nossos atos, que são nossos e de mais ninguém. Nossas vontades e desejos são pessoais e intransferíveis, isso significa que ninguém, absolutamente ninguém tem o poder de mudar nossas ânsias – infelizmente pra alguns conservadores, mas felizmente pra nós mesmos, pois só nós podemos assassinar toda e qualquer fome que nosso corpo venha a sentir. E, vamos combinar: ninguém tem nada a ver com isso!

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Vamos falar de tipos de pintos?
11 de novembro de 2015 at 11:33 0

Sejamos francos, sempre que conhecemos alguém interessante ficamos na expectativa do sexo. Se vai ser bom, se o cheiro da pessoa é gostoso, se a pessoa sabe fazer aquilo naquela posição que você tanto gosta, se a pessoa tem frescuras e limites ou topa coisas novas, se a pessoa vai fazer algo com você que ninguém nunca foi capaz de fazer, etecetera, etecetera, etecetera. E lógico, sem sombra de dúvida, nossa cabecinha cheia de sugestões irá imaginar como deve ser a parte íntima do eleito. Quem nunca? Quem nunca se pegou examinando por cima da roupa os peitos de uma gata e imaginando qual a sensação que deve ser ter aqueles peitos bonitos nas mãos? Quem nunca se pegou manjando rola de um moçoilo, desenhando mentalmente como seu membro deve ficar quando ereto? Se ele envereda pra um lado, se é circuncisado ou não, qual seu tamanho e dimensão e que tipo de performances ele pode ser capaz de fazer. E a vizinha, será que tem grandes lábios carnudos? É humano passear mentalmente por dentro das roupas da pessoa a quem dedicamos nosso desejo carnal, somos feitos de carne e osso e temos sangue latino correndo nas veias. E depois que descobrimos todas as formas corporais e performáticas do nosso alvo sexual é normal dar – pelo menos – um pequeno spoiler à uma amiga, um amigo, dois talvez, dependendo da intimidade até numa roda inteira de amigos. Afinal, que graça teria guardar tudo pra gente? Com a mais absoluta certeza nosso eleitorado também imagina coisas infinitas acerca do nosso corpo e dos nossos talentos amorosos e, obviamente, também divide suas impressões com os amigos íntimos. E sabe-se lá quantos amigos íntimos essa pessoa tem.

Fiquem tranquilos meninos, não estamos aqui pra falar mal de nenhum tipo de pinto e muito menos pra traumatizar quem quer que seja, são apenas pequenas observações sobre o corpinho de vocês, que nós, mulheres apaixonadas por vocês, e os gays também apaixonados por vocês, adoramos! Espero que gostem, se divirtam e, claro, se identifiquem com algum dos formatos citados aqui. Depois me conta qual tipo é o seu.

Aproveita e clica nesse vídeo que eu fiz sobre "Tipos de Pinto"!

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – A atual do Ex.
25 de outubro de 2015 at 23:00 0

O que fazer quando descobrimos que nosso ex-namorado, com o qual rompemos há muito pouco tempo, já está de namorada nova?novadoex

Ainda nem nos recuperamos da saudade, da dor, da tristeza e o danado já está lá, num novo romance, gritando aos quatro ventos a sua paixão, postando fotos românticas, fazendo declarações públicas, dilacerando ainda mais nosso coração – como se fosse preciso. No mínimo vamos nos sentir a última das abandonadas, das preteridas, das rejeitadas. Vamos querer saber tudo a respeito dessa nova criatura que agora ocupa o lugar que outrora nos pertencia, vamos nos castigar, nos culpar e, muitas vezes, até nos humilhar. Vamos chorar todas as noites até pegar no sono. A vida vai ficar cinza, vamos perder o apetite e emagrecer uns 18 quilos – porque tudo tem seu lado bom – e, teremos a mais absoluta certeza de que jamais iremos nos apaixonar novamente. Mas ai, minha gente, quando menos esperarmos, vamos tropeçar com alguém na rua e vamos nos apaixonar novamente e começar tudo novo de novo. E a nova pessoa que agora ocupa esse lugar exclusivo de namorado, algum dia também já namorou outra pessoa, que nesse exato momento poderá estar se descabelando por ele da mesma forma que nós nos descabelamos pelo ex.

exxxA vida é ou não é uma roda gigante? Uma hora embaixo, outra hora em cima, outra embaixo, outra em cima e assim essa roda vai girar pra todo sempre. Não sabemos o dia de amanhã, mas uma coisa é certa: ex-namorado é quem nem vestido, um dia você olha uma foto antiga e não acredita que um dia teve coragem de sair com aquilo!

Veja o vídeo e diga se você concorda comigo!

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Master Amizade!
6 de outubro de 2015 at 01:54 0

Master Amizade é aquele tipo de relação onde há cuidado, amor, companheirismo, dedicação e até alguns arranca-rabos pra sair da rotina. Quando a sua amizade é de verdade verdadeira, você vai ser sincera mesmo que isso eventualmente lhe desagrade, porque no fundo ela sabe que você só lhe deseja o melhor; você estará por perto na saúde e na doença, vai fazer xixi na calça de tanto rir com ela, mas também vai abrir mão de um domingo na praia se  ela estiver precisando de companhia pra escolher um presente pro namorado no shopping – ainda que você deteste shoppings - ; vai abrir os olhos dela pras coisas erradas que ela faz – porque, apesar de ser a amiga ideal, como todo e qualquer mortal, ela não é perfeita! -; vai comprar um presente num dia qualquer, sem motivos, só porque você achou que era a cara dela quando passou pela vitrine; você vai oferecer dois braços quando ela precisar de uma mãozinha e dois ombros quando ela precisar de um colo; você vai ouvir ela dissertar por horas seguidas ao telefone sobre a última discussão que ela teve com o namorado, enquanto o seu namorado está com uma taça de vinho na mão te aguardando pra um brinde; você vai jogar ela debaixo do chuveiro gelado e trocar sua roupa quando ela chegar tão bêbada e incapaz de se cuidar sozinha; você vai vibrar a cada vitória da vida pessoal dela e a cada promoção no seu trabalho como se fosse com você; você vai guardar seus mais obscuros segredos e, acima de tudo, você vai lhe oferecer todo o seu amor e cumplicidade em toda e qualquer circunstância.

Tudo isso porque a reciproca é redondamente verdadeira. A sua Master Amizade fará tudo isso por você também. E, se duvidar, muito mais! Um brinde às Masters Amizades!

Se joga no vídeo que eu fiz com a minha Master Amiga, vencedora do MasterChef Brasil, a linda Izabel Alvares! <3

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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Todas as solteiras!
29 de setembro de 2015 at 02:05 0

As suas amigas estão todas namorando. Seus amigos também. Seus amigos estão namorando suas amigas. Até aquela sua amiga introspectiva e cafoninha, até aquele seu amigo nerd e sociofobico. Você sai pra dançar e só vê casais, vai correr na praia, mais casais, vai ao cinema numa terça-feira à tarde achando que conseguirá se livrar dos pombinhos – ledo engano. Eles estão por todos os lados. Os casais apaixonados, trocando juras de amor e pendurando cadeados cheios de promessas pelas pontes do mundo, brotando o tempo todo em qualquer lugar e a qualquer hora. E você parece ser a última das solteiras. Toda vez que você encontra sua vizinha no elevador - aquela que é casada com um personal training e tem um casal de Golden Retrievers – ela pergunta com aquela cara lavada de quem acabou de transar em todas as posições e em todos os cômodos do apartamento: “E, aí? Arrumou um namorado?”. Em todo jantar de família todos os seus entes – não muito – queridos, incluindo a sua tia gorda e solteirona – porque todo mundo tem uma – fazem questionários intermináveis sobre quando você terá um marido, filhos, papagaio e periquito. Então não te resta mais nada a fazer a não ser encher a barriga de churrasco e banana flambada, afinal de contas foi só por isso que você foi e acaba a noite deprimida e arrependida de tantas calorias consumidas. Conforme sua solteirice vai durando, você vai aprendendo a contornar essas situações, inventa um namorado factoide pra família, diz que ele ta sempre viajando a trabalho, afinal ele é um homem de negócios, coloca música alta todas as noites, fazendo da sua cama uma cama elástica enquanto geme, uma noite em inglês, outra em italiano, outra em mandarim, pra sua vizinha achar que você pega um gringo diferente por dia, manda flores pra você mesma no meio do expediente e faz mistério pras colegas de escritório, e assim por diante. Porque é preciso sobreviver, mas obviamente isso é temporário, todas nós sabemos que, de uma hora pra outra, tudo pode mudar, de repente, assim, não mais do que de repente, você pode tropeçar em alguém que poderá fazer parte da sua vida pro resto da sua vida, enquanto o resto da vida de vocês durar!!! Ah, mas aí, meu bem, tem que ser alguém que valha muito, mas muito a pena porque, vamos combinar, ficar solteira não é tão ruim assim! Sair e voltar a hora que quiser, beijar o primeiro que te tirar pra dançar – o segundo também -, não dever satisfação, ser paquerada sem culpa e saber ser feliz por conta própria. Salve as solteiras!

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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Tapando o luto do término com a peneira
27 de agosto de 2015 at 14:49 1
Desde que terminei meu último namoro, sai como louca atrás de alguém para tapar o buraco do luto que tomou conta de mim. Dizem que a dor do luto do término é pior que a dor do luto da morte, porque quando terminamos um relacionamento, a pessoa morre apenas pra você. Ela continua lá, bem viva, existindo todos os dias, estudando, trabalhando, pegando o ônibus e sendo feliz – por mais doloroso que seja - sem estar ao seu lado. Ver o meu ex com uma outra pessoa depois de apenas 3 semanas que terminamos também ajudou nesse processo desorientado. Sempre fui muito competitiva. Se ele superou tão rápido, porque eu não posso superar também? Ainda não tinha entendido que ver o seu ex com outra não significa necessariamente que ele superou o término de vocês. hebe-coracao Assumi o discurso “agora estou pronta para abrir um novo ciclo”, enquanto que lá no fundo, estava desesperada pra fazer sumir aquela sensação de desamparo. Tentei de tudo. Tinder, me acabar na noite e até andar na rua procurando um novo amor (acredite, isso aconteceu). A cada novo encontro, o primeiro pensamento era “será que esse é o meu novo amor?”. Já começava a criar diversas situações na minha cabeça sobre como seria se a gente namorasse ao invés de estar ali, presente, descobrindo e experimentando as mil possibilidades que podem se abrir – ou não - num encontro.

Todas as tentativas foram frustradas, porque na verdade, eu não estava pronta porcaria nenhuma pra um novo ciclo.

Ainda estava de luto e não respeitei esse momento. Tentei ignorar, tapando ele com tudo o que era capaz. Mas sabemos que por mais que a gente esconda a poeira debaixo do tapete, ela continua lá, muito paciente, sem pressa nenhuma, só esperando chegar o dia em que você vai lidar com ela. Nas minhas aventuras por um novo amor, esbarrei com outras pessoas exatamente na mesma situação que eu e é claro que a coisa não funcionava. Era tudo muito intenso. Um tentando tapar o buraco emocional do outro, pulando todas as etapas numa ansiedade sufocadora que assim como começava, acabava. Mais rápido que fogo de palha. dilma-coracao

Em Outubro vai fazer um ano que terminei meu namoro e hoje não tenho mais vergonha em dizer que sim, ainda estou nas reminiscências de um luto.

Logo quando terminou, cheguei a pesquisar na internet quanto tempo que essa sensação bizarra poderia durar. Achei vários artigos que davam prazos diferentes de 2 meses a dois anos. Procurava um dado científico pra dar um prazo, um fim, para aquilo que não tem resposta certa. O tempo necessário é o meu, o seu e é como bunda, cada um tem a sua. Só você vai poder descobrir o tipo de experiências que precisa passar para cicatrizar e aliviar tudo isso. Dói né? Faz parte. xuxa-coracao O meu último acontecimento intenso e frustrado me mostrou uma coisa muito boa. Desde que me tornei solteira, em nenhum momento aprendi a me amar, pura e simplesmente, no sentido mais piegas mesmo. Amar minha cia, ser independente, cuidar de mim. Me vi despedaçada, tentando achar alguém e colocar toda a responsabilidade nesse outro pra me fazer feliz. Se ainda não tinha cuidado do meu jardim, como poderia querer atrair as borboletas? Resolvi arregaçar as mangas e focar em mim. Isso não quer dizer que eu não tenha recaídas. Quando menos perceber posso muito bem estar novamente carente e desesperada colocando a responsabilidade do meu bem estar no outro. Mas agora, nesse exato momento o foco sou eu. As borboletas eu já nem penso. Se vierem, venham sem pressa. To gostando cada vez mais desse jardim que está florescendo aqui dentro. silvio-santos-coracao
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Amor No Ventilador
#AmorNoVentilador – Muita intimidade ajuda ou atrapalha a relação?
6 de julho de 2015 at 21:58 0

Ah! A intimidade! Como é bom ter intimidade com a pessoa que a gente ama! A intimidade vira tanta que a gente conhece cada gosto, cada cheiro, cada textura, cada pinta e cada pelo do corpo do ser amado. A gente adivinha seus pensamentos, suas vontades. E a recíproca se faz inteiramente verdadeira. A gente se sente a vontade, abre o coração, se entrega de corpo e alma. Dois viram um. É bom demais, não é?! É. Inegavelmente bom. Maaas... E quando a intimidade é tanta que você já não se importa mais se a sua depilação está em dia, se seu cabelo está hidratado, se sua unha está apresentável? Aí você se sente no direito de futucar o nariz, peidar e até fazer o número 2 na frente do seu parceiro. E aí também, a recíproca se faz inteiramente verdadeira. Até que ponto isso é saudável pra relação? Será que essas pequenas intimidades extremas não vão brochando a relação aos poucos? Afinal, não somos nada sexys quando estamos sentados na latrina fazendo forcinha pro cocô sair, também não ficamos atraentes numa calça velha de moletom rasgada na bunda, muito menos “limpando o salão” com uma unha roída. Vamos combinar que essa história de “se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa” e viver anos ao lado de alguém é lindo e romântico, mas pra que alguém se apaixone pela gente todos os dias – e vice-versa – precisamos estar “apaixonáveis”, mesmo acordando de manhã com bafo matinal, remela nos olhos e cabelo desgrenhado – até porque disso não podemos fugir. Tem coisas que precisam ser mantidas da porta pra dentro, na privacidade pessoal e intransferível de cada um, coisas que a gente faz quando não tem ninguém olhando, lá no escurinho da nossa privacidade. Pelo bem da relação, pra manter o “pau duro”, podemos evitar fazer na frente do parceiro tudo aquilo que fazemos quando estamos sozinhos.

Menos palitar os dentes, gente. Palitar os dentes nem no escuro, sozinho e de porta fechada!!!

https://www.youtube.com/watch?v=6ZveOnT0BeY
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#TudãoDaLola
#TudãoDaLola – Maratonistas do Cotidiano
4 de julho de 2015 at 19:18 34
Quando deixamos de fazer as coisas que temos que fazer.
Toda quinta feira posto um texto no #TudãoDaLola. Mas essa quinta passou sem Tudão, sexta também. O texto só veio no sábado. Na quinta à noite assim que deitei na cama lembrei "esqueci de escrever o tudão, merda". Fechei os olhos e dormi tranquila com o pensamento "tive um dia muito corrido hoje, amanhã eu escrevo”. Escrever o Tudão. Essa era uma entre as várias notas na minha agenda de quinta-feira. O dia estava entupido de coisa e eu não sabia como iria encaixar uma sentada pra escrever. Também não tinha ideia do tema. Maioridade penal? Divulgar o Acabou o Amor ? A melhor websérie sobre o amor e que por acaso eu atuo e roteirizo? Clica aqui: www.youtube.com/acabouoamor . Na dúvida e na falta de tempo, resolvi deixar pra depois, quando conseguisse uma janela pra respirar no dia. Acontece que metade dos meus compromissos foram cancelados e mesmo assim a tal janela pra escrever não apareceu, mas de forma mágica nessa mesma quinta consegui correr na lagoa, ficar duas horas numa loja de roupas, comprar livros de pesquisa e fechar  a noite fazendo sopa de couve flor com beterraba assada e tomilho. Sem contar as mil vezes que entrei no Facebook pra me sentir amada. Agora, quando alguém aparecia pra perguntar como eu estava a resposta vinha rápida e certeira: na correria. E essa é a sensação. De que apesar de estar fazendo apenas as coisas que escolho fazer, estava sempre sem tempo pra nada. Falta tempo pra escrever, mas pra fazer sopa, não.

Tempo a gente tem pro que quer ter.

Quando alguém me diz, queria tanto te ver, mas não tenho tempo, entendo com todo o amor da seguinte forma: quero te ver, mas no momento tem outras coisas que eu quero fazer mais. Ai na ordem de prioridade, você vem depois. E não fico brava por isso. Nem bato o pé cobrando ou pedindo atenção, apenas respeito. Se essa pessoa fosse minha prioridade eu ja teria dado um jeito de vê-la. Eu a adoro, mas ela não está nas minhas prioridades agora e isso faz parte. Também não posso forçar o outro a me colocar na sua lista de prioridades. E isso também faz parte. Brigar pela atenção e o tempo do outro é uma guerra perdida. Quando você recebe uma mensagem de alguém que está apaixonada, responde na mesma hora. Só vai demorar se quiser usar isso como estratégia não estou tão aí pra você, então demoro pra te responder. Caso contrário, a resposta é imediata. Agora me diz quanto tempo você demora pra responder aquele grupo de família com seus tios mandando imagens, piadas e vídeos aleatórios? Para eles, estamos sempre corridos e sem tempo. Maratonistas do cotidiano. correria Quando aquele gato te chama para sair, você dá um jeito de cancelar tudo e vai. Quando você quer muito comprar aquilo, faz por onde. Quando quer conseguir aquela coisa, também. Mesmo que a sua falta de tempo seja justificada pelo trabalho, essa é uma escolha. A falta de tempo nunca é o trabalho. A falta de tempo está em você, que escolheu essa profissão, essa cidade, esse cargo ou esses filhos e estilo de vida pra sustentar e trabalhar muito. Maicon, pode brigar comigo. Eu tive todo o tempo do mundo para escrever o texto da semana, mas escolhi fazer outras coisas que por algum motivo me pareciam mais importantes-melhores-interessantes - mesmo que agora eu não perceba a importância de lavar roupa de cama e assar banana com mel no microondas numa manhã de sábado. Eu amo escrever, mas naquele momento escrever parecia menos urgente do que assar banana. E é assim na vida. Eu amo você, mas hoje não quero te ver. Amanhã pode ser que sim, vai depender do meu tempo ou da minha vontade de ter tempo. Tempo a gente tem. E é igual pra todo mundo. Quem escolhe o que vai fazer com ele. Somos nozes. E as arvre...
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#Maicaquices, Amor No Ventilador
Amor, sexo, sair do armário… Maicon, Tati e Adriano respondem tudo no #AskAmorNoVentilador
27 de junho de 2015 at 18:55 0
Fui convidado pela minha linda prima @tatiPasquali pra responder junto com ela e @AAdrianoAndrade várias perguntas que foram enviadas pra tag #AskAmorNoVentilador! Foram muitas perguntas e nesse primeiro vídeo, respondemos 10! Falamos de tudo um pouco! Tá divertido e pode te ajudar com algumas questões! Não somos, sociólogos, psicólogos, sexólogos... mas tentamos ajudar! De coração! <3 Se joguem: https://www.youtube.com/watch?v=L2szjh7EEvA
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